Lição 10 - Davi e o preço da negligência na família

Conteúdo Adicional para as aulas de Lições Bíblicas Mestre
Produzidos pelo Setor de Educação Cristã

Subsídios extras para a lição
Davi - As Vitórias e derrotas de um homem de Deus

4º trimestre/2009



Lição 10 - Davi e o preço da negligência na família


Texto Bíblico: 2 Samuel 13.2,5,10-12,14,15

Há um contraste patético entre os grandes sucessos de Davi como um soldado e general, e a rápida desintegração moral dos membros de sua própria casa.

Absalão e sua formosa irmã Tamar eram filhos de Davi com Maaca, com quem ele tinha se casado durante os anos em que fugia de Saul. Amnom, cuja luxúria foi exacerbada pela beleza de Tamar, era filho de Davi com Ainoã, também uma das primeiras esposas dele. Tal era a paixão descontrolada deste filho do rei, e a sua satisfação parecia tão impossível, que o resultado foi ele realmente ficar doente. O casamento entre irmãos era proibido na lei (Lv 18.11); portanto, a união legal parecia impossível. O isolamento de Tamar no cômodo das mulheres do palácio, bem como o seu caráter admirável (2 Sm 13.12), mostram que o desejo de Amnom também não poderia ser satisfeito de modo ilícito.

Tinha porém, Amnom um amigo, cujo o nome era Jonadabe ( 2 Samuel 13.3), um amigo muito superficial e desumano. Ela era seu primo, filho do irmão de Davi, Siméia, ou Samá como é chamado em 1 Samuel 17.13. Este jovem era conhecido como um homem mui sagaz, astuto e ardiloso, e a partir do conselho que deu, percebe-se que não passava de um homem perverso. Jonadabe notou o estado de tormento de Amnom e perguntou: Porque tu de manhã em manhã emagreces, sendo filho do rei? Emagrecer é dal em hebraico, “fraco, magor, débil”. Quando o príncipe confessou a sua paixão incestuosa por Tamar, Jonadabe aconselhou-o a fingir estar gravemente enfermo. Então Davi viesse para vê-lo, ele deveria pedir que fosse permitido que Tamar viesse e preparasse comida para ele.

A trama covarde funcionou como Jonadabe havia previsto e como Amnom tinha planejado.

Quando Tamar entrou no quarto de Amnom, ele fez a proposta infame, e quando ela resistiu, ele a forçou. Não se faz assim em Israel, um apelo a um código moral e espiritual que distinguia Israel das nações pagãs vizinhas.

O mau caráter de Amnom está refletido em seu tratamento com Tamar, uma vez que a sua luxúria foi satisfeita. A paixão foi seguida de repulsa, e ele ordenou que ela saísse da casa. Não, meu irmão, ela respondeu; mas ao protestar, ele chamou seu servo pessoal para levá-la embora e trancar a porta atrás dela. Tamar estava vestida com uma roupa de muitas cores, a túnica de mangas compridas que era usada pelas filhas do rei. Ela foi para casa chorando, com cinzas em sua cabeça e vestes rasgadas, os sinais convencionais de profunda tristeza.

Absalão rapidamente suspeitou do crime que Amnom tinha cometido.

Davi soube destas coisas e ficou furioso, mas nada fez para punir o malfeitor, uma fraqueza que não só custaria a vida de seu filho mais velho, Amnom, mas o final a lealdade e também a vida de Absalão. Este, por sua vez, guardou um momento favorável para vingar-se.

A ódio permaneceu no coração de Absalão, até que ele elaborou um plano para matar Amnom. Executado o plano, Absalão fugiu. Davi lamentou a ausência do filho assassino mais do que a morte de Amnom. E muito embora, tinha saudade de Absalão, Davi não procurou reconciliar com seu filho até Joabe finalmente falou com ele sobre permitir que Absalão retornasse. Mesmo assim Davi não permitiu que Absalão visse sua face.

Por dois anos aquele pai e seu filho viveram na emsma cidade sem se verem nem conversaram um com o outro. Finalmente, Absalão se cansou de esperar. Ele colocou fogo nos campos de Joabe para conseguir sua atenção e o usou para levar uma mensagem até seu pai: “Agora, pois, veja a face do rei; e, se há ainda em mim alguma culpa, que me mate”. Aquelas não eram exatamente palavras de reconciliação, mas elas tiveram o efeito desejado. Davi chamou Absalão par ao palácio. O filho veio e curvou-se até o chão ante o rei, e Davi o beijou.

Que bela expressão de amor e reconciliação, certo? Mas aparentemente aquilo representava apenas um relacionamento superficial. Gestos exteriores de amor não podem ocupar o espaço da reconciliação verdadeira.

Davi falhou em demonstrar tal amor numerosas vezes. Ele deveria ter amado Amnom o suficiente para corrigi-lo e punir o pecado de estupro. Ele deveria ter amado Absalão o suficiente para ajudá-lo a lidar com seu ódio por Amnom. Ele deveria ter amado Absalão o suficiente para corrigi-lo e punir seu pecado de assassinato, em vez apenas de rejeitá-lo. Ele deveria ter amado Absalão o suficiente para comunicar-se com ele e buscar a verdadeira reconciliação. Ele deveria ter amado o restante de sua família o suficiente para enfrentar Absalão e lidar com sua rebelião. Davi deveria ter amado seus filhos o suficiente para se envolver em suas vidas e corrigir seus pecados.

Bibliografia:

MULDER, Chester O. et. al. Comentário Bíblico, Beacon, v 2. Rio de Janeiro: CPAD 2008.

GANGEL, Kenneth O. e GANGEL, Jeffrey S. Aprenda ser Pai com o Pai, p.54,55,57. Rio de Janeiro: CPAD 2004.
LIÇÃO N° 11 - 13/12/2009
"DAVI E A RESTAURAÇÃO DO CULTO A JEOVÁ"


ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL


TÍTULO: “DAVI E A RESTAURAÇÃO DO CULTO A JEOVÁ”
TEXTO ÁUREO – I Cr 16:5

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: I Cr 16:7-14




I – INTRODUÇÃO:

• Quem se assenta num banco de Igreja aparenta ser um adorador. Mas, muitas vezes não o é! Quantas refeições têm sido planejadas na hora solene do culto!? Quantos negócios têm sido planejados, rascunhados e contratos fechados nas mentes daqueles que lotam os bancos da casa do Senhor, aparentando serem adoradores!? Tenhamos cuidado, pois A ADORAÇÃO A DEUS É UMA ORDEM!: I Cr 16:29; Sl 95:6; 99:5

II – DEFINIÇÃO DE ADORAÇÃO:

- Há duas palavras no A. T. significando ADORAÇÃO:

- (A) - Uma delas, em certos lugares, tem o sentido de “FAZER REVERÊNCIA”, “INCLINAR-SE”. Daí, ADORAÇÃO significa “RESPEITO E HONRA PRESTADOS A UMA PESSOA DE DISTINÇÃO” (Dn 2:46, 3:5).

- (B) - A outra, usa-se a respeito do culto ao Senhor, bem como a culto prestado a outros deuses ou objetos de reverência. Neste sentido, ADORAÇÃO significa “CULTO OU VENERAÇÃO QUE SE PRESTA À DIVINDADE OU OBJETOS DE REVERÊNCIA” (Gn 24:26; Ex 34:14; Dt 4:19; Is 44:15, 17, 19; 46:5-7).

- No N. T. a palavra ADORAÇÃO significa, na sua origem, “BEIJAR A MÃO DE ALGUÉM, COMO SINAL DE CONSIDERAÇÃO, FAZENDO-SE UMA INCLINAÇÃO RESPEITOSA”. Por exemplo, temos as seguintes passagens bíblicas: ADORAÇÃO A DEUS (Mt 4:8-10); REVERÊNCIA PARA COM JESUS CRISTO (Lc 8:26-28); e CULTO IDÓLATRA (At 7:42-43 cf Apc 9:20; 14:9-10; 22:8-9)

- Com estes dois significados, temos o conceito essencial de ADORAÇÃO: “SERVIÇO ou TRABALHO EFETUADO PELOS ESCRAVOS OU EMPREGADOS”. A fim de prestar adoração a Deus, os Seus servos devem prostrar-se, em sinal de temor reverente, admiração, respeito e honra, que são atitudes próprias de um verdadeiro adorador.
III – O LUGAR DO CULTO:

• De início, o culto se fazia em todo lugar onde fosse levantado um altar ao Senhor. Mais tarde, o culto ficou restrito ao lugar determinado por Deus:

• (1) – O TABERNÁCULO – Entre os israelitas, o Tabernáculo funcionava como um santuário portátil, onde se realizava o culto público, durante a peregrinação no deserto, até o reinado de Salomão; representava o templo de Deus e o lugar de Sua habitação – Ex 35:11-19; 40:34 cf Hb 8:2; 9:11.

• (2) – O PRIMEIRO TEMPLO – O próprio Deus mandou que fosse construído para o Seu encontro com o povo (I Cr 17:4-12); no entanto, somente no reinado de Salomão foi que Deus permitiu a construção (I Cr 21:28-30 cf I Cr 22:1); a planta geral era idêntica a do Tabernáculo, mas as medidas eram em dobro e as ornamentações mais ricas (II Cr 3; 4). Este templo foi dedicado por Salomão para o culto a Deus (I Rs 8:12-66); sofreu vários estragos e foi reduzido a cinzas pelos babilônios (II Rs 25:9-17);

• (3) – O SEGUNDO TEMPLO - foi reconstruído no tempo de Zorobabel, sendo completado e dedicado a Deus no ano 516 a. C., permanecendo durante 500 anos. (Ed 6:3, 12, 15-18). Nesta época, a Arca do Concerto desapareceu e o Santo dos Santos estava vazio de tudo que era visível; estava ocupado somente pela presença do Deus invisível. Porém, o culto foi restabelecido.


• (4) – O TERCEIRO TEMPLO – Foi construído por Herodes, o Grande, no ano 67 a. C. com a finalidade de tão-somente agradar os seus súditos e ganhar popularidade. Este templo foi destruído no ano 70 de nossa era pelos exércitos do general Tito; seus tesouros foram levados triunfalmente para Roma. No seu lugar atualmente, está edificada a célebre Mesquita de Omar, sobre a rocha sagrada do Monte Moriá. Em Ezequiel, capítulos 40 a 48, está registrada a visão do novo templo do Senhor que será construído para a restauração da glória de Deus no meio do Seu povo.

IV – AS DIVERSAS PARTES DO CULTO NO ANTIGO TESTAMENTO:

• O desejo de Deus é que o Seu povo seja santo e mantenha comunhão com Ele, que é um Deus Santo. Deste modo, era necessário que o povo realizasse certas cerimônias que implicavam em purificação, consagração e separação, tendo como objetivo a Santidade. Portanto, o culto na Antiga Aliança consistia de OFERTAS e FESTAS SAGRADAS. Vejamos:

• (1) – CHAMAMENTO – O povo era chamado a comparecer perante um Deus Santo (Ex 35:1);
• (2) – CONVITE À SANTIFICAÇÃO – O povo era convidado a se santificar pelo oferecimento de ofertas, quais sejam: ofertas queimadas (holocausto); oferta de manjares; ofertas de paz ou de graça; ofertas pelos pecados e ofertas pelas ofensas e transgressões. (Lv 1; 2; 3; 4; 5:1-6; 7)
• (3) – SANTIFICAÇÃO E CONSAGRAÇÃO – O povo era convidado a tomar uma atitude de santificação e consagração através das “santas convocações” ou festas sagradas, que eram as seguintes: Sábado Semanal (Lv 23:3; 25:3-7); Pães Asmos ou Festa dos Tabernáculos (Lv 23:4-8); Pentecostes (Lv 23:15-25) e Comemoração do Ano do Jubileu (Lv 25:8-18)

• Logo, por meio de todo esse ritualismo podemos vislumbrar os propósitos do culto:
• (A) – Visão da santidade de Deus;
• (B) – Visão do pecado do homem e da sua necessidade de perdão;
• (C) – Sentimento de gratidão diante de um Deus gracioso e misericordioso;
• (D) – A visão da mensagem de Deus;
• (E) – Dedicação ao Deus soberano.
• Foram exatamente as mesmas experiências registradas no encontro de Isaías com Deus no templo e de Pedro e os outros discípulos com o Senhor Jesus – Is 6:1-8 cf Lc 5:1-11.

V – O CULTO NO NOVO TESTAMENTO:

• Leiamos I Cor 14:26; Ef 5:18-21; Cl 3:16-17

• SALMOS – Hinos do Antigo Testamento cantados ao som de instrumento de cordas, como a harpa.

• DOUTRINAS – Exposição sistemática e lógica das verdades extraídas da Bíblia, visando o aperfeiçoamento espiritual do crente.

• REVELAÇÃO – Manifestação sobrenatural de uma verdade que se achava oculta.

• LÍNGUAS – Capacidade de se falar de maneira sobrenatural concedida pelo Espírito Santo, visando a consolação, exortação e edificação dos santos.

• INTERPRETAÇÃO – Exposição, explicação e esclarecimento de um determinado texto das Sagradas Escrituras.

• DOM DE INTERPRETAÇÃO DE LÍNGUAS – Dom sobrenatural concedido pelo Espírito Santo, cujo principal objetivo é transformar as línguas estranhas numa mensagem de edificação, exortação ou consolação à Igreja.

• HINOS – Cânticos de louvor a Deus.

• CÂNTICOS ESPIRITUAIS – Hinos cantados em línguas estranhas que, quando interpretados, continham palavras de exortação. A partir da interpretação, a Igreja Primitiva usava-os nos cultos.

VI – OS PRINCIPAIS ELEMENTOS DO CULTO NO N.T.:

- Estes elementos são os meios usados pelo adorador para expressar o culto ao Senhor.

1) A BÍBLIA SAGRADA - Ela é a Palavra de Deus. Ela é o elemento mais importante do culto cristão, pois TODOS OS ATOS DE ADORAÇÃO DEVEM ESTAR BASEADOS NA PALAVRA DE DEUS. As verdades bíblicas devem modelar o ato de culto, bem como as idéias e o comportamento do adorador (I Sm 15:22-23; Mt 15:9). A bíblia aparece no culto sob diversas formas. As principais são:

A) A LEITURA (INDIVIDUAL, CONJUNTA ou ALTERNADA) - I Tm 4:13; I Ts 5:27; Apc 1:3
B) A PREGAÇÃO - Lc 4:16-30
C) O CÂNTICO (CONGREGACIONAL, CORAL, CONJUNTOS, SOLOS) - Cl 3:16
D) AS SAUDAÇÕES - II Cor 1:-6; e
E) AS BÊNÇÃOS PASTORAIS - II Cor 13:13
2) A ORAÇÃO - Orar é cumprir uma ordem do Senhor (Lc 18:1; I Ts 5:17). A oração é indispensável ao cristão, que deve praticá-la individualmente e coletivamente (Mt 6:5-8; At 12:12 cf Rm 8:15; Gl 4:6). A Bíblia ensina que a oração faz parte do culto particular e público.
3) A MÚSICA - Também se destaca como um elemento indispensável ao culto. A Igreja sempre usou hinos e cânticos na expressão do seu culto (Rm 15:9; I Cr 14:15; Ef 5:19; Cl 3:16; Tg 5:13; Apc 5:9; 14:3; Mt 26:30)
4) OS SACRAMENTOS - Os sacramentos são santos sinais e selos do pacto da graça, imediatamente instituídos por Deus, para representar Cristo e os seus benefícios e confirmar o nosso interesse nele, bem como para fazer uma diferença visível entre os que pertencem à Igreja e o resto do mundo, e, solenemente, obrigá-los ao serviço de Deus em Cristo, segundo a Sua palavra. HÁ SOMENTE DOIS SACRAMENTOS INSTITUÍDOS POR JESUS:

A) O BATISMO - Mt 28:19; e

B) A SANTA CEIA - Mt 26:26-30.

5) OFERTAS e DÍZIMOS - Os atos de ofertar e dizimar fazem parte do culto; são partes de nossa devoção a Deus, de nosso compromisso com a pregação do Evangelho; integram e são inseparáveis da nossa adoração; ofertar sempre foi um elemento integrante da adoração a Deus e uma expressão de fidelidade (Dt 12:4-7; Ml 3:10; Mc 12:41-44; II Cr 8:12-18; Hb 13:16).

VII – CONSIDERAÇÕES FINAIS:

• O fim principal do homem é glorificar a Deus e fazer o que Ele manda. Este é também o propósito da Igreja no culto que oferece ao Senhor. Esse propósito se constitui do seguinte:
• (1) – Louvar a Deus – Sl 84:4;
• (2) – Edificar a Igreja pela Palavra e pela oração – Sl 84:1-12; I Cor 14:4-26;
• (3) – Fazer discípulos por meio da proclamação da Palavra e pelo ensinamento das doutrinas do Senhor – Mt 28:19-20;
• (4) – Expressar a unidade do povo de Deus – At 2:13-14, 46

FONTE DE CONSULTA:
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO e.mail: geluew@yahoo.com.br
• Revista Educação Cristã – Vol. IX – SOCEP – Sociedade Cristã Evangélica de Publicações Ltda
• Idem - volume I

Lição 10 - Davi e o preço da negligência na família

Lição 10 - Davi e o preço da negligência na família
Subsídio redigido pelo Pb. Sérgio Lenz




Texto Áureo: II Sm. 12.13 - Leitura Bíblica em Classe: Sl. 51.1-4; 7-12; 17

Pb. José Roberto A. Barbosa
www.subsidioebd.blogspot.com

Objetivo: Mostrar que o caminho da restauração passa pelo arrependimento e confissão do erro cometido e abandono da prática.

INTRODUÇÃO
Em prosseguimento ao episódio da aula passada, quando Davi é confrontado pelo profeta Natã, estudaremos, na aula de hoje, a respeito do processo de arrependimento e confissão do rei de Israel. A princípio, discutiremos a respeito da resposta imediata de Davi à Palavra de Deus. Em seguida, analisaremos o Salmo 51, no qual Davi expressa seu quebrantamento. Ao final, meditaremos a respeito do papel do arrependimento e da confissão na vida cristã.

1. DAVI RECONHECE SEU PECADO
Davi finalmente se identificou com o enfrentamento profético de Natã (I Sm. 12.5,6). Viu em si mesmo a realidade do pecado, não pode mais se eximir da culpa. Ao invés de encontrar explicações descabidas a fim de preservar sua imagem, Davi se humilhou na presença de Deus. Mesmo sendo rei, Davi confessa a culpa diante do profeta, reconhecendo ser esse o porta-voz de Deus. Tal ato poderia, do ponto de vista político, ser considerado um suicídio. Mesmo assim Davi não estava colocando o trono acima do seu relacionamento com Deus. Confessou seu pecado assumindo que a Palavra de Deus deveria estar acima de sua atuação no reinado. Diante de tal atitude, o profeta complementa: o Senhor te perdoou o teu pecado; não morrerás. Nesse particular observamos uma nítida diferença entre Davi e Saul. Este, ao invés daquele, jamais assumiu seus erros. Essa teria sido uma das causas da sua rejeição pelo Senhor. Uma das expressões marcantes do reconhecimento do pecado de Davi se encontra no Salmo 32. Nesse Salmo o rei transborda de alegria ao saber do perdão de Deus no lugar da culpa, e da restauração da comunhão após a angústia da convicção do pecado. Ao invés da morte Davi desfrutou da vida que o Senhor pode dar a alma ressequida pelo pecado. O perdão do Senhor não o isenta das conseqüências do seu ato, concretizada no vaticínio da morte do seu filho com Bate-Sabe (I Sm. 12.13-15).

2. UM SALMO DE ARREPENDIMENTO
O Salmo 51 fora proferido por Davi por ocasião do reconhecimento do seu pecado. Nesse salmo Davi suplica o perdão e a misericórdia de Deus por causa das suas transgressões. O rei de Israel pede ao Senhor que o lave dos seus pecados e o purifique das suas iniqüidades (v. 2). Ele reconhece, isto é, tem a percepção da gravidade dos seus erros, por isso, roga a Deus que retire o peso do pecado, pois eles estão sempre diante dele, não saem da sua mente (v. 3). Ainda que o pecado de Davi tenha causado males às pessoas, seu pecado, na verdade, foi contra Deus. Ele assume que procedeu com maldade perante Deus, pois ninguém pode escapar da visão do Senhor. Mas nem tudo está perdido, já que Davi pode ser justificado pelo falar de Deus (v. 4). A causa do pecado de Davi está na sua própria constituição. Ele diz que nasceu em pecado e que sua mãe também em pecado o concebeu (v. 5). Davi sabe que Deus ama a verdade que vem do íntimo, sem fingimento, e isso faz com que o rei abra seu coração (Rm. 2.29). A purificação do pecado é efetuada pelo Senhor, que o torna mais alvo do que a neve (v. 7). O pecado, conforme estudamos na lição anterior, acarreta em males físicos. O salmista ora para que o Senhor restitua sua alegria e os ossos que foram esmagados (v. 8). Diante da santidade de Deus e da realidade do pecado humano, Davi suplica ao Senhor que esconda o Seu rosto dos seus pecados (v. 9). Em seguida, implora por um coração purificado e um espírito renovado, isto é, uma nova condição espiritual (v. 10). O rei sequer exige que permaneça no trono, mas que o Senhor não retire dele o Espírito (v. 11). O pecado acarreta tristeza, resulta em angústia, por isso pede que Deus restitua a alegria da salvação (v. 12). E depois que encontrar a alegria, ele ensinará aos transgressores o caminho da justiça de Deus (v. 13). Davi sabe que cometeu um crime ao matar Urias e, por essa razão, pede que seja livre dos crimes de sangue (v. 14). O pecado cala o homem, tira-lhe o regozijo de cantar louvores a Deus. Somente o Senhor pode, através do perdão, colocar um cântico novo na boca do pecador (v. 15). De nada adiantam os sacrifícios rituais, a menos que sejam cumpridos em sincero arrependimento (v. 16). O pecado não pode oferecer algo mais valioso a Deus que um coração quebrantado, sinceramente contrito (v. 17). O rei está preocupado que os seus pecados tragam mazelas ao seu povo (v. 18), então, promete que, ao ser perdoado, não apenas ele, mas todo o povo celebrará a Deus com sacrifícios de justiça (v. 19).

3. A RESTAURAÇÃO ESPIRITUAL DE DAVI
Os textos de II Sm. 12 e os salmos 32 e 51 revelam como Davi reagiu diante da revelação do seu pecado. Em II Sm. 12.13 está escrito que o rei disse: “pequei contra o Senhor”. Esse é o caminho da restauração espiritual de todo aquele que quer prosseguir nos caminhos do Senhor. Ao ser confrontado pela Palavra de Deus (Hb. 4.12,13), o cristão deve adotar uma atitude de submissão (Rm. 10.17; I Ts. 1.6). O pecado é uma dura realidade e o seu pagamento é a morte espiritual, mas a vida eterna está em Cristo Jesus (Rm. 6.23). O cristão é pecador, ainda que não viva no pecado (I Jo. 1.8; 3.8), mas se houver arrependimento e confessar os seus pecados, encontrará a misericórdia divina (Pv. 28.13). Temos um Advogado perante o Pai, Jesus Cristo, o Justo, portanto, “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça” (I Jo. 1.8). E tem mais boas notícias: “Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” (I Jo. 2.1,2)..

CONCLUSÃO
O pecado traz conseqüências drásticas às vidas das pessoas. Mas nem tudo está perdido, pois Deus é especialista em transformar tragédias em comédias. Há muitos casos registrados na Bíblia de pecadores que foram perdoados por Deus. Nem tudo está perdido para aqueles que fraquejaram durante a caminhada. Há esperança para os que se arrependem e que buscam ao Senhor com coração sincero, orando as palavras do Salmo 51. Reconhecem, com Davi, que pecaram contra o Senhor e são carentes da Sua misericórdia. Deus não apenas trata o pecador arrependido com graça – dando-lhe o que não merece (perdão) – mas também com misericórdia – deixando de dar-lhe o que merece (condenação). Ao Deus que contempla os arrependidos e perdoa os seus pecados seja a honra e glória pelos séculos dos séculos.

BIBLIOGRAFIA
BALDWIN, J. G. I e II Samuel: introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2008.
SWINDOLL, C. R. Davi. São Paulo: Mundo Cristão, 2009.

DAVI E O PREÇO DA NEGLIGÊNCIA

DAVI E O PREÇO DA NEGLIGÊNCIA

Leitura Bíblica: 2 Sm 13.2,5,10-12,14,15

Lição -10 - 06/12/2009

Texto Bíblico: I Tm 3.4 Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia

COMO NÃO PAGAR O PREÇO DA NEGLIGÊNCIA NA FAMÍLIA

1. É RACIONAL TER O LAR COMO PRIMEIRA RESPONSABILIDADE

• O lar deve ter um cabeça que leve a educação a sério - I Sm 2.22 Era, porém, Eli já muito velho, e ouvia tudo quanto seus filhos faziam a todo o Israel, e de como se deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da congregação.
• O lar deve ter um condutor que leve a disciplina a sério - I Sm 8.3 Porém seus filhos não andaram pelos caminhos dele, antes se inclinaram à avareza, e aceitaram suborno, e perverteram o direito.
• O lar deve ter um geridor que leve a sustentação a sério - I Tm 5.8 Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel.

2. O SUCESSO NO LAR ACONTECE COM ORDENS JUSTAS E ÚTEIS

• Quando agimos com sabedoria os filhos serão beneficiados - Pv 24.3 Com a sabedoria se edifica a casa, e com o entendimento ela se estabelece;
• Quando agimos com consenso os filhos serão obediêntes - Ef 6.4 E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.
• Quando agimos com respeito os filhos terão dignidade - Pv 22.6 Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.

3. É PRECISO RECONHECER A IMPORTÂNCIA DA NOSSA MISSÃO

• Devemos mostrar exemplos na área da convivência - I Tm 3.4 Que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia
• Devemos procurar investir na capacitação profissional - 2 Co 12.14b... porque não devem os filhos entesourar para os pais, mas os pais para os filhos.
• Devemos demonstrar esforços na formação espiritual - Dt 11.19 E ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te;

Templo Central da AD em Pernambuco completa 32 anos de inauguração

A igreja-sede da Assembleia de Deus em Pernambuco, localizada no bairro de Santo Amaro, em Recife, completou 32 anos de inauguração nesta sexta-feira. O culto de aniversário do Templo Central foi realizado durante o quinto dia de comemoração dos 91 anos da Assembleia de Deus em Pernambuco e dos 53 anos da Escola Bíblica de Obreiros da igreja.

A IGREJA MÃE EM PERNAMBUCO

O Templo Central foi construído ainda na gestão do pastor José Amaro, que dirigiu a AD em Pernambuco de 1956 a 1977. Na época da sua inauguração, já na gestão do então pastor presidente José Leôncio, o TC era a maior igreja evangélica do país.

A construção, no entanto, não ocorreu de forma tranquila. O terreno onde foi construído o templo chegou a ser desapropriado pelo Governo depois de pressões de grupos religiosos. Mas, depois de muitas vigílias e de o pastor Leôncio, durante as quartas-feiras, recolher as ofertas para dar entrada na primeira parcela do terreno, o Governo, de forma inédita, devolveu as terras, e o Templo Central foi concluído. Logo abaixo, há uma foto de um culto feito na construção do TC, em 1971.

Hoje, depois de uma grande reforma feita há dois anos, o Templo Central é climatizado e conta com um estruturado serviço de som e com instalações para transmissão dos cultos nos meios de comunicação, além da Praça Pastor José Leôncio da Silva e de quatro estacionamentos. A igreja comporta cinco mil pessoas sentadas.

A igreja tem também um rol de funcionários que trabalham durante o dia no departamento administrativo e eclesiástico, que funcionam no prédio anexo à igreja. Neste prédio, são realizadas aulas de músicas e ensaios dos grupos musicais durante a semana, além dos cultos infantis quando há reunião no Templo Central.

Há também dois auditórios no mesmo prédio, nos quais são realizados os cultos de menor contingente ou as reuniões restritas para o ministério local. A programação de cultos do Templo Central pode ser vista neste blog na parte inferior coluna à direita.

QUINTO DIA DE 53ª EBO

O culto à noite foi rendido ao Senhor com muito louvor e com uma fervorosa mensagem do pastor Juan Carlos Escobar, presidente da AD da Espanha. O Coral Masculino, a Orquestra Doce Harmonia e o Quarteto Gênesis, todos do Templo Central, e os cantores locais abrilhantaram a reunião no louvor.

Estiveram presentes as caravanas de várias cidades do interior: Glória do Goitá, Salgueiro, Tabira e Lagoa dos Gatos, além dos pastores Juan Carlos Escobar (ESP) e Carlos Padilha (SP) e dos missionários e obreiros da AD pernambucana.

A mensagem do pastor Juan Carlos foi baseada em Jó 23.28. Ele abordou sobre a determinação que a Igreja deve ter para brilhar como sendo a luz do mundo. "Deus não vai levantar um povo discreto, mas levantará pessoas determinadas para servi-Lo e para viver em santidade em lugares de influência e destaque para transformar as famílias e as cidades", completou.

Pastor Escobar disse também que, como servos, não podemos servir a dois senhores (Mt 6.24), com um ânimo dobre (Tg 1.6-8) e o coração dividido (Os 10.2). Ele também disse que influências externas e guerras internas querem tirar o foco do centro, que é Jesus. Mas a Igreja de Deus, principalmente no Brasil, deve, segundo o pastor, ter fé para enfrentar a avareza que virá com o progresso nos próximos anos. "A maior ameaça que está por vir ao Brasil é o amor ao dinheiro, mas a igreja aqui deve se manter firme, servindo a um só Deus, e, assim, Ele cumprirá o que tem prometido", enfatizou o pastor Escobar.

Ele também disse que a Igreja deve aproveitar o crescimento do número de evangélicos para ampliar significativamente a obra de Deus. "A Igreja tem que ter templos grandes para esvaziar o inferno, e não para encher o bolso dos pastores". A Igreja, conforme o pastor espanhol lembrou, não deve estar dividida entre Deus e os outros deuses, cujos idólatras se esforçam para serem atendidos, mas nada alcançam. Nós como povo de Deus, só temos que crer nEle e obedecê-Lo, sem precisar "defendê-lo". Assim, como ocorreu com Elias (1 Rs 18.21), Ele derramará seu fogo pentecostal sobre o que Lhe temos oferecido.

A 53ª Escola Bíblica de Obreiros continua neste fim de semana e é transmitida pela Rede Brasil de Comunicação. Amanhã haverá consagração de diáconos à noite. Os estudos, restritos para o ministério, ocorrerão apenas pela manhã. Já no domingo, dia do encerramento da EBO, é a vez dos novos presbíteros serem separados.

Fotos do Templo Central das ADs em Pernambuco






Davi Unifica o Reino de Israel

Subsídio escrito pela Equipe de Educação da CPAD

Texto Bíblico: 1 Samuel 16.1,12,13; 2 Samuel 5.2

Dois incidentes que merecem a nossa atenção na trajetória de Davi rumo à unificação do reino são as mortes de Abner, comandante das tropas de Saul, e posteriormente de Isbosete, filho de Saul. Quando já proclamado rei pela casa de Judá, Davi dá sinais de aproximação das outras tribos quando enviou uma comitiva a Jabes-Gileade parabenizando-o pelo gesto humanitário que tiveram com Saul (2 Sm 2.5-7). A intenção de unificação demonstrada por Davi é vista nas suas palavras que a comitiva levou a Jabes-Gileade: “Esforcem-se, pois, agora as vossas mãos, e sede homens valentes, pois Saul, vosso Senhor, é morto, mas também os da casa de Judá já me ungiram a rei sobre si” (2 Sm 2.7).

A existência de dois reis, um em Hebron e outro em Maanaim, gerou uma guerra civil, levando os homens de Davi e Isbosete a se enfrentarem numa batalha sangrenta (2 Sm 2.12-17). Nessa batalha Davi saiu vencedor. A unificação fica mais próxima quando Abner, comandante do exército de Isbosete, se desentende com ele e procura Davi, reconhecendo ser este o legítimo herdeiro do trono (2 Sm 3.9,10). Os preparativos para a unificação já estavam em andamento quando Joabe, comandante das tropas de Davi, mata por vingança a Abner (2 Sm 3.20-22). O incidente colocou Davi numa posição delicada, já que poderia ser acusado de ter conspirado contra a vida de Abner. Numa postura firme para demonstrar sua inocência diante do incidente, Davi amaldiçoa Joabe por seu ato traiçoeiro (2 Sm 3.28,29). Em um momento delicado como esse Davi não podia deixar que nenhuma dúvida pairasse sobre sua integridade. Se ele estava no trono foi por desígnio divino, e não por resultado de alguma armação. Davi convocou um luto geral, e ele mesmo seguiu o corpo de Abner em seu sepultamento em Hebrom. “Rasgai as nossas vestes, cingi-vos de panos de saco, os sinais de profunda tristeza”(2 Sm 3.31). Por não suspeitar do mal, Abner não fez qualquer tentativa de defesa ou fuga. O luto continuou com um jejum por todo o dia, observado tanto pelo rei como pelo povo. A conduta e a evidente sinceridade do rei deixaram claro para todas as tribos de Israel que a morte de Abner não foi determinada por ele.

A ocorrência desses incidentes e como Davi se portou diante dos mesmos são de extrema importância no processo de restauração do reino. A história de Davi deixa claro que fora colocado no trono por Deus, e não pelo homem. Ele sabia que para crescer e unificar seu povo não necessitava matar ninguém. Infelizmente, alguns para crescer acreditam ser necessário matar os outros.

Tendo morrido Abner e Isbosete, os anciãos de Israel procuraram Davi e lembraram-lhe da promessa que o Senhor lhe fizera: “Somos do mesmo povo que tu és. Outrora, sendo Saul ainda rei sobre nós, eras tu que fazias entradas e saídas militares com Israel; também o Senhor te disse: Tu apascentarás o meu povo de Israel e será chefe sobre Israel” (2 Sm 5.1,2). Com esse gesto, os anciãos de Israel demonstraram serem sabedores de que a unção real estava de fato sobre Davi e, portanto, não havia razão para se postergar ainda mais a sua escolha como líder de toda nação (2 Sm 5.3). Com a coroação de Davi sobre todo o Israel, o reino finalmente estava unificado.

Texto extraído dos livros: GONÇALVES, José. et. al. Davi, As vitórias e as Derrotas de um Homem de Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2009.

MULDER, Chester O. et. al. Comentário Bíblico Beacon, v 2. Rio de Janeiro: CPAD 2008.

EXEMPLOS DE UNIFICAÇÃO PARA A IGREJA

Lição 6 – 08/11/2009
TEXTO ÁUREO: 2 Sm 3.9,10 Assim faça Deus a Abner e outro tanto, que, como o SENHOR jurou a Davi, assim lhe hei de fazer, transferindo o reino da casa de Saul e levantando o trono de Davi sobre Israel e sobre Judá, desde Dã até Berseba”
EXEMPLOS DE UNIFICAÇÃO PARA A IGREJA

SEM UNIFICAÇÃO NÃO HÁ ORGANIZAÇÃO

•A organização vem pela priorização da vontade divina – I Sm 16.1a… Então, disse o SENHOR a Samuel: Até quando terás dó de Saul, havendo-o eu rejeitado, para que não reine sobre Israel? Enche o teu vaso de azeite e vem; enviar-te-ei a Jessé, o belemita; porque dentre os seus filhos me tenho provido de um rei.

•A organização vem pelo discernimento da vontade divina – I Sm 16.12 Então, mandou em busca dele e o trouxe (e era ruivo, e formoso de semblante, e de boa presença). E disse o SENHOR: Levanta-te e unge-o, porque este mesmo é.

•A organização vem pela obediencia da vontade divina – I Sm 16.13 Então Samuel tomou o chifre do azeite, e ungiu-o no meio de seus irmãos; e desde aquele dia em diante o Espírito do SENHOR se apoderou de Davi; então Samuel se levantou, e voltou a Ramá.

SEM UNIFICAÇÃO NÃO HÁ ESTABILIDADE

•A estabilidade vem com o compromissos de fidelidade – 2 Sm 5.1 Então todas as tribos de Israel vieram a Davi, em Hebrom, e falaram, dizendo: Eis-nos aqui, somos teus ossos e tua carne.

•A estabilidade vem com o compromissos de aceitação – 2 Sm 5.2 Sm E também outrora, sendo Saul ainda rei sobre nós, eras tu o que saías e entravas com Israel; e também o SENHOR te disse: Tu apascentarás o meu povo de Israel, e tu serás príncipe sobre Israel.

•A estabilidade vem com o compromisso de submissão – 2 Sm 5.3 Assim, pois, todos os anciãos de Israel vieram ao rei, em Hebrom; e o rei Davi fez com eles acordo em Hebrom, perante o SENHOR; e ungiram a Davi rei sobre Israel.

SEM UNIFICAÇÃO NÃO HÁ PROSPERIDADE

•A prosperidade vem pela disposição de avançar – 2 Sm 5.7 Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a cidade de Davi

•A prosperidade vem pela disposição de edificar – 2 Sm 5.9 Assim habitou Davi na fortaleza, e a chamou a cidade de Davi; e Davi foi edificando em redor, desde Milo para dentro.

•A prosperidade vem pela disposição de crescer – 2 Sm 5.10 E Davi ia, cada vez mais, aumentando e crescendo, porque o SENHOR Deus dos Exércitos era com ele.

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