A RESSURREIÇÃO DE CRISTO

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO Texto Áureo: I Co. 15.20 - Leitura Bíblica em Classe: I Co. 15.1-10
Objetivo: Mostrar que sem a doutrina da ressurreição de Cristo, o cristianismo perde sua razão de ser. INTRODUÇÃO Os crentes de Corinto deturparam a doutrina da ressurreição de Cristo. A fim de dirimir algumas questões e solucionar os problemas, Paulo apresenta algumas recomendações em sua I Epístola. Com base em tais explicações, destacaremos, na lição de hoje: 1) a doutrina da ressurreição bíblica; 2) o ensinamento paulino em I Co. 15 sobre a ressurreição; e 3) a igreja e a ressurreição. Ao final da aula, esperamos que os alunos sejam motivados a defender e a viver com base nessa agradável verdade bíblica, cujas evidências se encontram na Bíblia. 1. A DOUTRINA BÍBLICA DA RESSURREIÇÃO Não existe uma palavra hebraica para “ressurreição” no Antigo Testamento e há muito pouco que explicitamente a descreva de modo que possamos formular uma doutrina da ressurreição nessa parte da Bíblia. A passagem mais clara que trata a esse respeito se encontra em Dn. 12.2, onde Daniel profetiza a respeito do tempo no qual “muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno”. Devido a pouca quantidade de informações a respeito da ressurreição no Antigo Testamento, os Saduceus, no Novo Testamento, que acreditavam apenas no Pentateuco e que não aceitavam os livros proféticos, negavam essa doutrina (Mt. 22.23; At. 23.8). Em I Rs. 17.17-23; II Rs. 4.19-37; 13.21, Deus mostra o Seu grandioso poder para ressuscitar os mortos, o que é reforçado em Ez. 37.1-14. No Novo Testamento, esse ensinamento bíblico está mais amplamente explicitado. O substantivo “anastasis” ocorre 42 vezes e significa “ressurreição”. Ao longo do NT, essa palavra é repetidas vezes utilizada para explicitar o momento em que Cristo virá para ressuscitar os crentes (Jo. 11.24; At. 24.15; Hb. 6.2). Essa ressurreição é superior àquela que costumava ser esperada pelos antigos crentes (Hb. 11.35) porque receberão corpos glorificados, que não estarão sujeitos às imperfeições como o corpo presente (Fp. 3.10-11,20-21). Os gregos, por acreditarem que apenas a alma era imortal, zombaram, de Paulo quando esse pregou a respeito da ressurreição do Corpo (At. 17.32). Muitas pessoas pensam do mesmo modo nos dias atuais, mas o Senhor revelou claramente que haverá um dia no qual os mortos ressuscitarão para a vida ou morte eterna (Jo. 5.29). 2. O ENSINO SOBRE A RESSURREIÇÃO EM I CO. 15 A ressurreição é o último tema abordado por Paulo nessa Epístola. Algumas pessoas na Igreja de Corinto negavam a ressurreição (v. 12). O Apóstolo mostra que esse é um grande equívoco, pois essa é parte integrante da fé cristã (v. 2). Cristo ressuscitou e esse evento é o fundamento da esperança (v. 4). Após a ressurreição, o Senhor apareceu a Cefas (Lc. 24.34. Mc. 16.7), aos demais apóstolos (Lc. 24.36. Jo. 20.19) e a mais de quinhentos irmãos (Mt. 28.16). Essas testemunham são apresentadas por Paulo a fim de mostrar a veracidade de tal relato. Se alguém não quer aceitar a ressurreição de Cristo como uma verdade, é vã a sua crença (v. 14), é sem conteúdo, sem substância, e mais que isso, atribui-se aos apóstolos uma mentira (v. 15). Se Cristo não ressuscitou, ou mais precisamente, se não acreditarmos em tal fato, ainda continuamos nos nossos pecados (V. 17). A ressurreição de Cristo trouxe algumas conseqüências para o cristão. A primeira delas é que a ressurreição do Senhor implica na ressurreição dos crentes, pois Ele é as primícias (v. 20-23). A morte, por sua vez, o último inimigo (v. 26), será destituída do seu poder. Nos dias atuais, ainda que o corpo seja semeado, chegará o tempo no qual esse será vivificado. Mas essa semente não tem vida em si mesmo, é Deus quem a dá (v. 36). Os corpos que ressuscitarão não serão terrestres, antes espirituais (v. 39-41), portanto, incorruptíveis (v. 42,43). E esses corpos espirituais estão intimamente relacionados ao espírito humano, do mesmo modo como o seu corpo atual o está com a vida terrena. Isso acontecerá em momento exato determinado por Deus (I Ts. 4.13-17), no qual os vivos serão transladados e os mortos ressuscitarão, esse é o mistério de Deus revelado à igreja (v. 50,52). Justamente nessa ocasião a morte será tragada na vitória (v. 54,55). A revelação de tal mistério deverá servir de encorajamento para que estejamos sempre atuantes na obra do Senhor, sabendo que o trabalho que aqui desempenhamos não é vão (v. 58). 3. EVIDÊNCIAS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO Cristo ressuscitou dentre os mortos e, graças ao testemunho bíblico, temos evidenciais cabais de tal acontecimento. Inicialmente, destacamos que sua execução foi pública, a fim de que todos atestassem sua morte. Ele foi açoitado e executado, juntamente com dois criminosos, no subúrbio de Jerusalém. Como já se aproximava o Sábado, os soldados romanos tentaram apressar a morte dos crucificados, quebrando-lhes as pernas, mas isso não ocorreu com Jesus, pois este já havia morrido. Como Jesus havia antecipado sua ressurreição, os oficiais romanos trataram de colocar seguranças no túmulo, a fim de que o corpo de Jesus não fosse roubado. Esses soldados tinham motivos para permaneceram alerta, pois, caso o corpo fosse levado, teriam que pagam com a própria vida. Paradoxalmente, após a ressurreição de Cristo, esse argumento foi usado pelos líderes religiosos contra o testemunho dos discípulos. Mesmo com a guarda do túmulo, esse foi encontrado vazio. O testemunho dos discípulos precisa ser ouvido, e muitos disseram ter visto Cristo ressuscitado, ainda em 55 d.C., informações que naquela época poderiam ser refutadas. Pedro, os doze apóstolos e mais de quinhentos irmãos, Tiago e Paulo (I Co. 15.5-8; At. 1.3). A vida dos apóstolos, devido a esse acontecimento sem precedentes, foi mudada radicalmente (At. 5.29), homens que outrora temiam as autoridades políticas e religiosas, agora falavam de Cristo com ousadia (AT. 5.42), ainda que fossem ameaçados de morte. Na verdade, muitos se tornaram mártires da fé por causa do testemunho da morte e ressurreição de Cristo, pois essa assegurava-lhes uma existência para além dessa vida terrena, pois o mesmo Espírito que ressuscitou a Cristo, ressuscitará também aqueles que nEle acreditam (Rm. 8.11). CONCLUSÃO Cristo ressuscitou e, porque Ele vive, podemos cantar com o autor do hino 545 da Harpa Crista “posso crer no amanhã. Porque Ele vive, temor não há. Mas eu bem sei, eu sei, que a minha vida está nas mãos de meu Jesus, que vivo está. E quando, enfim, chegar a hora em que a morte enfrentarei, sem medo, então, terei vitória: irei à Glória, ao meu Jesus, que vivo está”. BIBLIOGRAFIA MORRIS, L. I Coríntios: Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2007. PRIOR, D. A mensagem de I Coríntios. São Paulo: ABU, 2001.

LIÇÃO Nº 11 - RESSURREIÇÃO DE CRISTO

IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLÉIA DE DEUS EM IPOJUCA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
  • I – INTRODUÇÃO:
  • Mc 16.4,5 - Esta foi a maior descoberta de todos os tempos: o túmulo de Jesus vazio! Durante os dias em que Jesus esteve sepultado, Seus discípulos também estiveram sepultados na tristeza, na dúvida, no sentimento de derrota, e na incredulidade. Tudo isso e muito mais continuaria a escravizar a humanidade se Jesus não tivesse ressuscitado.
  • II - O QUE É RESSURREIÇÃO:
  • Sentido original - "tornar à vida", "levantar-se", "erguer-se", "despertar", "acordar".
  • Sentido doutrinário - Ressur­reição é a outorga da vida ao que ha­via se extinguido fisicamente. É o ato do levantamento daquilo que havia estado no sepulcro.
  • Exemplos de ressurreições no A.T.: O filho da mulher sunamita (2 Rs 4.32-37).
  • Há um caso posterior mais im­pressionante: O profeta Eliseu já ha­via morrido e sido sepultado; um grupo de moabitas, para fugir de uma perseguição inimiga, lançou o seu morto na cova onde estava os restos mortais de Eliseu. Ao tocar os ossos do profeta, o morto reviveu e se levantou sobre seus pés (2 Rs 13:20-21).
  • Exemplos de ressurreições no N.T.: a filha de Jairo (Mt 9.24,25);
  • o filho de uma viúva de Naim (Lc 7:l3-15);
  • Lázaro (Jo 11.43,44);
  • Jesus (Lc 24.6);
  • alguns corpos de santos, que foram vistos em Jeru­salém (Mt 27.52,53).
  • Mais tarde, entre os apóstolos, Pedro orou ao Senhor e fez reviver a Dorcas (At 9.37,40,41).
  • OBS: Os exemplos acima NÃO ERAM RESSURREIÇÕES EM TODO O SENTIDO DA PALAVRA, PORQUE AQUELAS PESSOAS TIVERAM QUE MORRER NOVAMENTE. PODEMOS CLASSIFICÁ-LAS MAIS PROPRIAMENTE COMO CURAS DO MAIS ALTO GRAU.
  • A ressurreição, pois, não é a continuação da existência do espírito após a morte. Nem é somente o ato de o corpo reviver. O corpo ressuscitado tem poderes diferentes. Pode transportar-se rapidamente de um local para outro; traspassar obstáculos materiais que o corpo mortal não pode fazer. O corpo glorificado de Cristo traspassou os panos em que foi sepultado e as paredes do túmulo, deixando ali as faixas e o lenço com que Lhe envolveram o corpo. O Corpo de Cristo ressuscitado é o modelo e o penhor dos corpos dos Seus servos que um dia irão ressuscitar, porque Jesus é as primícias; Ele foi levantado para a imortalidade (Rm 6:9 cf Lc 24:39; I Cor 15:23, 43, 48-50; I Jo 3:2; Fp 2:20-21).
  • III. PROVAS DA RESSURREI­ÇÃO DE CRISTO:
  • 1. Provas incontestáveis. Lucas escreve que, aos discípulos, "depois de ter padecido, [Jesus] se apresen­tou vivo, com muitas provas incon­testáveis, aparecendo-lhes durante quarenta dias" (At 1.3). Aos dois discípulos, no caminho de Emaús, Ele falou de suaressurreição, ao afirmar que se cumpriram as predições, e, "então lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras" (Lc 24.45).
  • 2. O testemunho dos anjos às mulheres - (Lc 24.4-7).
  • 3. O testemunho de Maria Madalena. João registra a chegada de Maria Madalena ao túmulo vazio e o seu diálogo com os dois anjos, que lhe certificaram da ressurreição do Senhor e que, logo após, viu Jesus em pé, o qual falou com ela (Jo 20.11-18).
  • 4. Jesus, ressuscitado, apare­ceu várias vezes aos discípulos. Du­rante os quarenta dias que antecede­ram a sua ascensão, o Senhor Jesus apareceu aos seus discípulos em dez ocasiões, sendo as cinco primeiras no dia da ressurreição. O Dr. Scofield expõe isto na seguinte ordem:
  • A) a Maria Madalena (Mc 16.9-11);
  • B) às mulheres que voltavam da sepultura com a mensagem do anjo (Mt 28.8-10);
  • C) a Pedro, provavelmente à tarde (Lc 24.34; l Co 15.5);
  • D) Aos discípulos, no caminho de Emaús, à tarde (Mc l6.12,13;Lc 24.13-32);
  • E) aos discípulos, na ausência de Tomé (Mc 16.14; Jo 20.19-25);
  • F) no domingo seguinte, à noite, na presença de Tomé presente (Jo 20.26-29);
  • G) aos sete, junto ao mar da Galiléia (Jo 21.4-14);
  • H) aos apóstolos e a mais de 500 irmãos (Mt 28.16-20; I Co l5.6);
  • I) a Tiago (l Co 15.7); e
  • J) seu último aparecimento registrado em sua ascensão no monte das Oliveiras (Lc 24.44-53; At 1.3-12).
  • 5. O túmulo vazio. Se os inimigos tivessem levado o corpo de Jesus, eles o teriam destruído e nunca mais seria visto por alguém, como aconte­ceu várias vezes. Se os discípulos tivessem roubado o corpo do Mestre, não sacrificariam seus bens e suas vidas pela causa do Evangelho, pois pregariam uma mentira. O túmulo vazio revela que Jesus ressuscitou e é verdadeiramente o Filho de Deus (Rm l.4).
  • 6. O poder, a alegria e a devoção da Igreja. Estas qualidades existentes na Igreja primitiva constituem provas reais da ressurreição de Jesus. Se Ele não houvesse ressuscitado, não fosse visto pelos discípulos e nem tivesse falado com eles, estariam tristes, desapontados, escondidos, como procederam antes de vê-lo ressuscitado.
  • 7. Os escritos do Novo Testamento. O Novo Testamento foi escrito por homens capazes de sacrificar suas vidas pela verdade e a justiça ensinadas por Jesus. Eles jamais escreveriam acerca de Cristo e seus ensinos, se Ele tivesse terminado sua missão em morte e desilusão (l Co 15.12-19).
  • 8. O batismo no Espírito Santo. O batismo no Espírito Santo e as manifestações sobrenaturais na Igreja, constituem provas irrefutáveis da ressurreição de Cristo. Jesus falou da vinda do Espírito, em plenitude, logo após sua glorificação (Jo 7.38,39). Pedro, no dia de Pentecoste, disse que Jesus fora exaltado à destra do Pai, e derramara o Poder do Alto sobre os discípulos (At 2.32,33). O Espírito Santo não teria descido no dia de Pentecoste, se Cristo não houvesse ressuscitado e subido ao Céu.
  • 9. A regeneração dos que crêem em Cristo. Se Cristo não tivesse ressuscitado, o Cristianismo seria apenas uma das muitas religiões, sem algum poder regenerador. Milhares de pessoas transformadas, regeneradas e salvas são provas autênticas de que Cristo voltou para o céu e enviou-nos o Espírito regenerador (Tt 3:5).
  • IV – EFEITOS IMEDIATOS DA RESSURREIÇÃO:
  • 1. Trouxe alegria aos tristes - Maria Madalena chorava, ao pensar que Jesus falecera. A simples expectativa de um Cristo morto lhes trazia tristeza; porém, tinham maior angústia, ao imagina-Lo defunto. (Jo 20.20).
  • 2. Alertou a fé dos discípulos. Entre os duvidosos, Tomé parecia ser o mais incrédulo; mas, diante da real manifestação de Cristo ressuscitado, foi o primeiro a confessar: "Senhor meu, e Deus meu!" (Jo 20.28). Todos seriam esmagados pelas dúvidas e perplexidades, incertezas e desapontamentos, se Jesus não houvesse ressuscitado. Quanto a nós, não venceríamos as nossas dúvidas, se o corpo de Jesus continuasse no túmulo, ou tivesse sido roubado.
  • 3. Mudou o rumo da vida dos discípulos. Entre a morte e a primeira aparição de Cristo ressuscitado, muitos pensamentos negativos e pessimistas dominaram as mentes dos discípulos, que já se afastavam de Jerusalém, ao parecer-lhes terem abraçado uma causa perdida. Dois deles iam para Emaús, provavelmente ao retorno de suas atividades comuns. No entanto, ao ouvirem as palavras de Cristo ressuscitado, mudaram de idéia (Lc 24:31-35).
  • a) Tiveram seus olhos abertos, para reconhecerem a Jesus (v.31);
  • b) Seus corações,frios e insensí­veis, tornaram-se ardentes (v.32);
  • c) Ao invés de permanecerem em Emaús, voltaram a Jerusalém, para testemunharem da ressurreição de Cristo aos discípulos e ao mundo, posteriormente. A certeza da ressur­reição de Cristo nos anima a cumprir a nossa missão de testemunhar esta verdade.
  • V - EFEITOS REDENTIVOS DA RESSURREIÇÃO DE CRISTO:
  • Os efeitos daressurreição de Cris­to são experimentados e vividos por aqueles que nele crêem como Salva­dor pessoal.
  • 1. Separa o pecador dos seus pecados (At 3.26). Em Jesus cum­priu-se o predito pelo salmista: "Pois quanto o céu se alteia acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem. Quanto dista o Oriente do Ocidente, assim afasta de nós as nossas transgres­sões" (SI 103.11,12). LeiaMiquéias 7.18,19.
  • 2. Constrange-nos a pensar nas coisas lá do alto (Cl 3.1). Pensar nas coisas do Céu é um eficiente método de comunicar-se com Deus. Em nós estão os meios de contato com o Senhor ou com o Diabo, com o Céu ou com o Inferno. Porque cremos em Cristo, que ressuscitou e está à direita do Pai, onde intercede por nós, torna-se possível ocuparmos o nosso pensamento em "tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável" (Fp 4.8); porque a nossa vida está escondida com Cristo, em Deus (Cl 3.3).
  • 3. Cristo, ressuscitado, tornou-se as primícias dos que dormem (l Co 15.20). O termo primícias tem relação com a ordem dos grupos que compõem a primeira ressurreição. Paulo explica isto ao escrever: "Cristo, as primícias; depois os que são de Cristo, na sua vida (l Co 15.23).
  • 4. A ressurreição de Cristo e a vida nova. Como efeito da ressurreição de Cristo, ressuscitamos espiritualmente para uma vida nova (Rm 6.5-11). Portanto, a ressurreição de nosso Senhor não significa que o Jesus humano tornou-se apenas um personagem da história passada, e, sim, que existe, como sua consequência, a extensão da palavra e da obra de Jesus em nossas vidas atualmente.
  • 5. A ressurreição de Cristo é a garantia da nossa justificação. "Aquele que foi entregue por nossos pecados, ressuscitou para a nossa justificação" (Rm 4.25).
  • 6. A ressurreição de Cristo é a certeza da nossa também. Como efeito da ressurreição de Cristo, ressuscitaremos em corpos incorruptíveis e imortais (l Co 15.50-53). Seremos semelhantes a Ele (l Jo 3.2), nos céus, em corpo idêntico ao de sua glória (Fp 3:20-21).
  • VI – CONSIDERAÇÕES FINAIS:
  • A RESSURREIÇÃO DE JESUS...
  • 1) Foi efetuada pelo poder de Deus (At 2:24; 3:15; Rm 8:11; Ef 1:20; Cl 2:12);
  • 2) Foi efetuada pelo Seu próprio poder (Jo 2:19; 10:18);
  • 3) Foi efetuada pelo poder do Espírito Santo (I Pe 3:18);
  • 4) Foi efetuada no primeiro dia da semana (Mc 16:9);
  • 5) Foi efetuada no terceiro dia após Sua morte (Lc 24:46; Mt 10:40; I Cor 15:4) FONTES DE CONSULTA: · Lições Bíblicas CPAD – 2º trimestre de 1990 · Lições Bíblicas CPAD – 2º Trimestre de 1985 · Espada Cortante – Vol. II – CPAD – Orlando Boyer

O vôo AF 447 e a brevidade da vida

Confesso que o episódio ocorrido ao Airbus A330 da Air France, me fez mais uma vez pensar na brevidade da vida. A Bíblia está cheia de textos que nos advertem a observarmos com diligência o nosso tempo. O salmista com muita propriedade escreve: “O homem é como pó, cuja existência na terra passa rapidamente diante de Deus. Os anos vêm e vão diante do Deus eterno... Tiago em sua epistola, nos alerta: "Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois apenas como neblina que aparece por instantes e logo se dissipa".
Os 228 passageiros do vôo AF 447 jamais poderiam imaginar de que aquela seria a sua última e derradeira viagem. Cidadãos dos mais diferentes países embarcaram para Europa a trabalho, de férias, em Lua de Mel. Entretanto, tiveram seus planos abortados por um dos maiores desastres aéreos do mundo. Prezado amigo, tudo nesta vida é incerto e passageiro. Ela passa com uma rapidez enorme e numa velocidade espantosa. Por acaso você já parou para pensar que a vida que Deus nos deu é como que um sopro diante da eternidade? Ora, como diz o poeta: "vida louca, vida breve". Pois é, a vida é efêmera, cuide bem dela, arrependa-se de seus pecados e converta-se a Cristo, porque o amanhã a Deus pertence. "Atendei agora, vós que dizeis: hoje, ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos e teremos lucros. Vós não sabeis o que sucederá amanhã. Que é a vossa vida? Sois apenas como neblina que aparece por instante e logo se dissipa. Em vez disso, devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos como faremos isto ou aquilo. Agora, entretanto, vos jactais das das vossas arrogantes pretensões. Toda jactancia semelhante a essa é maligna. Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando" (Tg 4: 13-17) Soli Deo gloria, Renato Vargens

OS CAMPOS ESTÃO BRANCOS PARA A CEIFA

Por Pr. José Wellington Bezerra da Costa
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"Não dizeis vós que ainda há quatro meses até que venha a ceifa? Eis que eu vos digo; levantai os vossos olhos e vede as terras, que já estão brancas para a ceifa. E o que colhe recebe galardão e ajunta fruto para a vida eterna, para que, assim o que semeia como o que ceifa, ambos se regozijem" - João 4.35-36.
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Quando Jesus transmitiu este sublime ensinamento era o momento em que a terra estava sendo preparada para o plantio. Logo mais seria colocada a semente no solo para somente quatro meses após ser iniciada a colheita. O Mestre, porém, ordenou que seus discípulos levantasem os olhos e observassem que os campos estavam brancos, prontos para a ceifa.
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Quem ainda não contemplou um plantio de algodão em que longe se avista os capuchos brancos, prontos para a colheita? Se houver displicência por parte de quem o plantou e passar do prazo da ceifa de todo aquele investimento ficará perdido. Houve a preparação da terra, o combate às pragas, a seleção e a compra das sementes, o plantio, a retirada das ervas daninhas, para o bom aproveitamento daquele solo.
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Jesus levou parao campo espiritual a tradição agrícola judaica para o cultivo e produção de um determinado tipo de lavoura. A Palavra de Deus é considerada uma modalidade de semente que é plantada nos corações dos pecadores. Nós somos os lavradores que receberam a incumbência de anunciar a mensagem de salvação a todos os homens.
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O campo para este plantio é o mundo. Tanto ele como os seus lavradores precisam estar preparados para lidar com a preciosa semente, que é a Palavra de Deus. O Todo-Poderoso não aceita que algo seja feito para Ele sem uma preparação anterior. Devemos nos preocupar com a tradução da Bíblia para os idiomas e dialetos dos povos não-alcançados.
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Muitos foram os que tiveram esta visão. Eu pergunto: Como se poderia evangelizar a China, se não houvesse antes a preocupação de se traduzir a Bíblia do inglês para o chinês? Esta foi a preparação deste maior campo missionário do mundo. Observa-se hoje o grande resultado desta árdua tarefa que culminou até com a morte de quem se empenhou para entregar à nação mais populosa de Terra a Bíblia em seu vernáculo.
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O lavrador que deseja plantar em um campo missionário também precisa preparar-se, ou seja, é necessário aprender o idioma, os costumes, a cultura de um povo, para que seja bem-sucedido na árdua tarefa de ganhar aquelas almas para Cristo, pois, caso contrário, corre o risco de retornar frustrado por não ter alcançado o resultado almejado: a transformação de uma sociedade pelo poder da Palavra de Deus.
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Existem várias agências missionárias que estão investindo neste propósito de preparar vários tradutores da Bíblia para diversos idiomas e dialetos, a fim de que a evangelização destes povos torne-se mais simples.
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João Ferreira de Almeida teve esta preocupação e nos presentou a Bíblia em nosso vernáculo. Seria de bom alvitre que os nossos índios pudessem ler a Palavra de Deus em seus dialetos, pois muitos nã osabem falar o português. Pensemos nisso!
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O Pr. José Wellington Bezerra da Costa é pastor-presidente do Ministerio Belém - Assembleia de Deus no Estado de São Paulo; presidente da CONFRADESP e da CGADB.
. Fonte: Texto resumido e extraído do Jornal Ceifeiros em Chamas; ano 8; nº 148; junho de 2009

HISTÓRIA DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL NO BRASIL

HISTÓRIA DA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL NO BRASIL

Os missionários escoceses Robert e Sara Kalley são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não era grande; apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florecesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Congregacional no Brasil. Houve, sim, reuniões de Escola Dominical antes de 1855, no Rio de Janeiro, porém, em caráter interno e no idioma inglês, entre os membros da comunidade americana. Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio. Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

HISTÓRIA DA ESCOLA DOMINICAL NO MUNDO

As origens da Escola Dominical remontam aos tempos bíblicos quando o Senhor ordenou ao seu povo Israel que ensinasse a Lei de geração a geração. Dessa forma a história do ensino bíblico descortina-se a partir dos dias de Moisés, passando pelos tempos dos reis, dos sacerdotes e dos profetas, de Esdras, do ministério terreno do Senhor Jesus e da Primitiva Igreja. Não fossem esses inícios tão longínquos, não teríamos hoje a Escola Dominical. Porém, antes de sumariarmos a história da Escola Dominical em sua fase moderna, faz-se mister evocar os grandes vultos do Cristianismo que muito contribuíram para o ensino e divulgação da Palavra de Deus. Como esquecer os chamados pais da Igreja e lhes seguiram o exemplo? Lembremo-nos de Orígenes, Clemente de Alexandria, Justino o Mártir, Gregório Nazianzeno, Agostinho e outros doutores igualmente ilustres. Todos eles magnos discipuladores. E o que dizer do Dr. Lutero? O grande reformador do século XVI, apesar de seus grandes e inadiáveis compromissos, Ainda encontrava tempo para ensinar as crianças. Haja vista o catecismo que lhes escreveu. Foram esses piedosos de Cristo abrindo caminho até que a Escola Dominical adquirisse os atuais contornos. A Escola Dominical do nosso tempo nasceu de visão de um homem que, compadecido com as crianças de sua cidade, quis dar-lhes um novo e promissor horizonte. Como ficar insensível ante a situação daqueles meninos e meninas que, sem rumo, perambulavam pelas ruas de Gloucester? Nesta Cidade, localizada no Sul da Inglaterra, a delinqüência infantil era um problema que parecia insolúvel.

Aqueles menores roubavam, viciavam-se e eram viciados; achavam-se sempre envolvidos nos piores delitos. É nesse momento tão difícil que o jornalista episcopal Robert Raikes entra em ação. Tinha ele 44 anos quando saiu pelas ruas a convidar os pequenos transgressores a que se reunissem todos os domingos para aprender a Palavra de Deus. Juntamente com o ensino religioso, ministrava-lhes Raikes várias matérias seculares: matemática, história e a língua materna - o inglês.

Não demorou muito, e a escola de Raikes já era bem popular. Entretanto, a oposição não tardou a chegar. Muitos eram os que o acusavam de estar quebrantando domingo. Onde já se viu comprometer o dia do Senhor com esses moleques? Será que o Sr. Raikes não sabe que o domingo existe para ser consagrado a Deus? Robert Raikes sabia-o muito bem. Ele também sabia que Deus é adorado através de nosso trabalho amoroso incondicional.

Embora haja começado a trabalhar em 1780, foi somente em 1783, após três anos de oração, observações e experimentos, que Robert Raikes resolveu divulgar os resultados de sua obra pioneira.

No dia três de novembro de 1783, Raikes publica, em seu jornal, o que Deus operara e continuava a operar na vida daqueles meninos Gloucester. Eis porque a data foi escolhida como o dia da fundação da Escola Dominical. Mui apropriadamente, escreve o pastor Antonio Gilberto: “Mal sabia Raikes que estava lançando os fundamentos de uma obra espiritual que atravessaria os séculos e abarcaria o globo, chegando até nós, a ponto de ter hoje dezenas de milhões de alunos e professores, sendo a maior e mais poderosa agência de ensino da Palavra de Deus de que a Igreja dispõe”.

Tornou-se a Escola Dominical tão importante, que já não podemos conceber uma igreja sem ela. Haja vista que, no dia universalmente consagrado à adoração cristã, nossa primeira atividade é justamente ir a esse prestimoso educandário da Palavra de Deus. É aqui onde aprendemos os rudimentos da fé e o valor de uma vida inteiramente consagrada ao serviço do Mestre.

A. S. London afirmou, certa vez, mui acertadamente: “Extinga a Escola Bíblica Dominical, e dentro de 15 anos a sua igreja terá apenas a metade dos seus membros”. Quem haverá de negar a gravidade de London? As igrejas que ousaram prescindir da Escola Dominical jazem exangues e prestes a morrer.

CRONOLOGIA DA ESCOLA DOMINICAL No Mundo, no Brasil e nas Assembléias de Deus

ANO

ACONTECIMENTO

1736

14/09 Nasce Robert Raikes, na Inglaterra.

1780

Robert Rikes, jornalista evangélico (episcopal), com 44 anos, realiza em Gloucester, Inglaterra, as primeiras aulas aos domingos pela manhã para crianças sobre leitura, escrita, aritmética, instrução moral e cívica e conhecimentos religiosos, dando início à Escola Dominical, não exatamente no modelo que temos hoje, mas como escola de instrução popular gratuita, o que veio a ser a precursora do moderno sistema de ensino público. As primeiras professoras foram assalariadas por Raikes.

1783

03/11 Dia Natalício da Escola Dominical, pois Raikes, após três anos de experiência com 7 Escolas Dominicais em casas particulares e com 30 alunos em cada uma delas, alcança êxito em seu trabalho com a transformação na vida de duas crianças. A Escola Dominical passou das casas particulares para os templos, os quais passaram a encher-se de crianças.

1784

Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já contava com 250 mil alunos matriculados.

1785

Raikes Organiza a primeira União de Escolas Dominicais, em Gloucester, com ajuda de William Fox. Surgem as primeiras Bíblias, Testamentos e Livros para serem usados especialmente nas Escolas Dominicais. Raikes publica o Sunday School Companion, que era um simples livro de leitura de versículos bíblicos. É iniciado o movimento de Escolas Dominicais nos Estados Unidos da América, na Casa de William Elliott, inspirado nos exemplos britânicos.

1790

É fundada a primeira União de Escolas Dominicais dos EUA, em Philadelphia, para prover salas de aulas e professores para as escolas. Em Charleston, EUA, a Conferência Metodista reconhece oficialmente as suas Escolas Dominicais.

1797

Somente na Inglaterra chega a mil o número de Escolas Dominicais.

1800

Surgem fortes ataques contra a Escola Dominical. Raikes ‚ acusado de "profanador do Dia do Senhor", pelo fato de fazer funcionar a Escola aos domingos... Tal acusação partiu dos religiosos da época. No Parlamento chegou a ser apresentado um decreto para proibir Escolas Dominicais em toda a Inglaterra. Tal decreto jamais foi aprovado.

1810

O movimento já contava com mais de três mil Escolas Dominicais e com aproximadamente 275 mil alunos matriculados.

1811

Começa a separação de classes para que adultos analfabetos, assim como as crianças, também pudessem aprender a ler a Bíblia. O movimento chega a 400 mil alunos matriculados só na Inglaterra. 5/04 Morre Robert Raikes, aos 76 anos de idade, tendo a Escola Dominical se espalhado por toda a Inglaterra e em outras partes do mundo.

1820

Começam os primeiros passos para congregar as Uniões locais de Escolas Dominicais numa central - União Americana de Escolas Dominicais.

1824

25/05 A União Americana de Escolas Dominicais, em Filadélfia, EUA, torna-se a representante nacional de 723 Escolas afiliadas e 50 mil alunos.

1831

As Escolas Dominicais chegam a 1.250.000 alunos matriculados, cerca de 25% da população da Inglaterra na época.

1832

03/10 Realizada a Primeira Convenção Nacional da União Americana de Escolas Dominicais, em New York.

1836

O Rev. Justin Spauding, da Igreja Metodista, organiza no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e em junho abre uma Escola Dominical com 30 alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua.

1855

19/08 Robert Kalley e sua esposa Da. Sarah Poulton, casal de missionários escoceses, realizam a primeira aula de Escola Dominical para cinco crianças, em sua residência na cidade de Petrópolis, Rio de Janeiro, o que resultaria na fundação da Igreja Evangélica Fluminense, embrião da Igreja Congregacional.

1911

Dois meses após a fundação das Assembléias de Deus, é realizada a primeira aula de Escola Dominical, na casa do irmão José Batista Carvalho, na Av. São Jerônimo, em Belém, PA.

1920

Começa a circular como suplemento do Jornal Boa Somente em Belém, PA, os Estudos Dominicaes, o embrião da atual revista Lições Bíblicas, para Jovens e Adultos.

1930

Lançada a revista Lições Bíblicas para adultos, inicialmente comentada pelos missionários suecos Samuel Nyström e Nils Kastberg. A CPAD ainda não tinha sido fundada.

1932

25 a 31/7 Realizada a XI Convenção Mundial de Escolas Dominicais, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro

1943

Lançada a primeira revista para crianças na Escola Dominical das Assembléias de Deus, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito.

1955

Surge nova revista infantil da CPAD, chamada Lições Bíblicas para Criança, para as idades de 6 a 8 anos. Publicado o primeiro comentário de Lições Bíblicas de autoria do missionário sueco Eurico Bergstén, que viria ser o comentarista com o maior número de lições escritas: 35. 19/8 Completados 100 anos de fundação das Escolas Dominicais no Brasil.

1973

Novamente lançada pela CPAD uma revista para crianças por iniciativa e comentários do pr. José Pimentel de Carvalho, sob o título: Minha Revistinha, para as idades de 4 e 5 anos.

1974

Fundado o Departamento de Escola Dominical da CPAD (atual Setor de Educação Cristã), sob a chefia do pastor Antonio Gilberto. 1 a 06/07 Realizado o primeiro CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), da CPAD e fundado pelo pastor Antonio Gilberto, na Assembléia de Deus de São Cristóvão, RJ. Lançado o Livro "Manual da Escola Dominical", de autoria do pastor Antonio Gilberto, best-seller da CPAD e livro-texto do CAPED. Lançada pela CPAD a revista infantil Estudando a Bíblia (atual revista Juniores, para crianças de 9 a 11 anos).

1980

Comemorados os 200 anos de fundação da Escola Dominical no mundo pela Associação lnternacional de Educação Cristã (ICEA). O número de alunos em todo o mundo‚ é estimado em 120 milhões, com cerca de 2 milhões de Escolas Dominicais (não nos moldes do modelo britânico de Raikes) e 8 milhões de professores.

1981

Lançado pela CPAD o Primeiro Plano de Revistas da Escola Dominical para Assembléias de Deus, formulado pelo pastor Antonio Gilberto, que estabelecia, pela primeira vez, revistas para cada faixa etária da Escola Dominical.

1982

Lançada a revista Mensageiros da Fé (atual Adolescentes Vencedores), para crianças de 12 a 14 anos. Lançada revista do Mestre para a revista Lições Bíblicas (Jovens e Adultos), comentadas pelos missionários João Kolenda Lemos e sua esposa Doris Ruth Lemos.

1985

Lançado pela CPAD o Curso Evangelização Infanto-Juvenil (CEI) destinado ao treinamento de professoras de crianças e adolescentes (curso atualmente fora desativado).

1994

Reformulado e Relançado pela CPAD o Plano de Revistas formulado em 1974, com a inclusão de duas novas revistas: Campeões da Fé (atual Juvenis Lições Bíblicas), para adolescentes de 15 a 17 anos, e a revista Discipulando para novos convertidos.

1996

Lançada a campanha da CPAD Biênio da Escola Dominical - 96/97 "Achei o Livro na casa do Senhor" 5 a 07/06 Realizado o I Encontro Nacional de Superioridades de Escola Dominical, no Hotel Glória, Rio de Janeiro, RJ.

1998

10 a 13/6 Realizado o I Congresso Nacional de Escolas Dominicais das Assembléias de Deus, no Riocentro, Rio de Janeiro, RJ. 11 a 20/11 Realizado o primeiro CAPED fora do Brasil, em Moçambique, África. Lançado o CAPED em vídeo com 5 fitas.

1999

12 a 15/11 Realizada a Conferência Nacional de Escolas Dominicais, no Centro de Convenções da Universidade Federal de Pernambuco, Recife. Lançada a revista Lições Bíblicas Mestre em CD-ROM. Lançada a Revista Ensinador Cristão, da CPAD, para circular a partir do 1º trimestre de 2000. Reformulado e relançado o Plano de Revistas da CPAD da edição de 1994, tendo as primeiras revistas de Escola Dominical no Brasil totalmente coloridas e tendo a inclusão de mais duas revistas: a Maternal, para crianças de 2 e 3 anos, e a Discipulado Mestre.

2000

Lançadas as revistas de Escola Dominical da CPAD para toda a América Latina pela Editorial Pátmos. (editora da CPAD para o mundo hispânico). 24 a 27/05 Realizado o segundo CAPED fora do Brasil: Nova Iorque, EUA. Lançado o CEI em vídeo com 4 fitas. Lançada a Cartilha Escola Dominical Revistas e Currículos, para pastores, superintendentes, coordenadores de departamentos e professores. Lançada a campanha todos na Escola Dominical cada crente um aluno, para mobilizar as Igrejas a envolverem a grande partes de seus membros que não freqüentam a Escola Dominical nas Assembléias de Deus. 06 a 09/09 Realizado o II Congresso Nacional de Escolas Dominicais nas Assembléias de Deus, no Rio-centro, Rio de Janeiro.

OS DONS ESPIRITUAIS

OS DONS ESPIRITUAIS Texto Áureo: I Co. 12.7 - Leitura Bíblica em Classe: I Co. 12.1-11
Objetivo: Refletir a respeito da doutrina dos dons espirituais, ressaltando sua atualidade para a edificação do Corpo de Cristo. INTRODUÇÃO A doutrina dos dons espirituais tem total respaldo bíblico. No texto em foco da I Epístola aos crentes de Corinto, Paulo apresenta uma categorização, ainda que seja exaustiva, de alguns dons úteis para a edificação da igreja. No início da aula, definiremos o que seja os dons espirituais. Em seguida, a partir de I Co. 12, estudaremos a diversidade dos dons espirituais. Ao final, refletiremos, com base em I Co. 14, a respeitos de alguns princípios bíblicos para o uso prático dos dons na igreja local. 1. A DEFINIÇÃO DOS DONS ESPIRITUAIS A palavra comum, no grego, para dons é charismata que, nos textos bíblicos, referem-se, no plural, às manifestações sobrenaturais provenientes do Espírito Santo para a edificação do corpo de Cristo (I Co. 12.4), tal palavra vem de charis (graça), sendo, portanto, assim como a salvação, dádiva divina, sem que haja merecimento. Esses são dons espirituais - pneumaticos (em grego) - sendo assim, não se pode pensar que sejam resultantes do esforço meramente humano (I Co. 12.7; 14.1). Assim, o estudo desses vocábulos, a partir do grego do Novo Testamento, nos leva a concluir que os dons são dádivas espirituais, concedidas pelo Espírito Santo, sem que haja merecimento humano, a fim de favorecer a edificação da igreja. 2. OS DONS ESPIRITUAIS EM I CO. 12 Neste trecho da Epístola, Paulo trata a respeito das “coisas espirituais” (pneumatikon em grego), o que significa, mais especificamente, os dons espirituais (v. 1). Em seguida, o apóstolo destaca a importância desses dons para a igreja (v. 4-6). A manifestação dos dons do Espírito visa, além da edificação do Corpo, a glorificação de Cristo (v. 11), com vistas à unidade, isto é, para que seja “tudo em todos” (v. 6). Paula dá três listas de dons neste capítulo, os quais são manifestos de acordo com a vontade do Espírito Santo (v. 7). É o Espírito que dá manifestações (revelações, meios pelos quais os se dá a conhecer). Esses dons não são distribuídos para beneficio próprio, mas com vistas, esses dons sequer são individuais, eles devem “ser úteis”. Eles podem ser classificados como: 1) da palavra de sabedoria e palavra do conhecimento; 2) de fé, dons de curar e oração de milagres; e 3) de profecia, capacidade para discernir os espíritos, línguas e interpretação de línguas. A diversidade desses dons é fundamental a fim de que a igreja possa ser amplamente favorecida. Por meio da palavra de sabedoria, Deus trás, à igreja, uma palavra prática para uma necessidade ou problema em questão (At. 6.2-4; 15.13-21) ou diante dos adversários (At. 4.8-14; 19-21; 6.9,10). A palavra de conhecimento é o discernimento sobrenatural quanto à revelação de Deus na Bíblia (At. 10.47,48; 15.7-11). O dom da fé (I Co. 13.2) não é a fé salvadora, mas um dom especial com vistas a beneficiar a igreja local ou para a realização de um milagre (At. 27.25). Os dons de curas (assim mesmo no plural) são manifestados para que Deus intervenha, curando doenças e enfermidades (At. 3.6; 4.30). O dom de operação de maravilha sugere muitas variedades de milagres e ações de poder sobrenatural (At. 13.9-11). A profecia é disponibilizada para todos os crentes (At. 2.17,18) para a edificação, exortação e consolação do Corpo. O discernimento de espírito visa distinguir as operações satânicas da real manifestação do poder divino (At. 5.3; 8.20-23; 13.10; 16.16-18). As variedades de línguas (I Co. 14.2) é uma demonstração da possibilidade da igreja falar em mistério. A interpretação de línguas, por sua vez, capacita os crentes a traduzir, sobrenaturalmente, algo falado em línguas (I Co. 14.6,13,16). 2. A APLICAÇÃO DOS DONS NA IGREJA LOCAL A igreja deve buscar “com zelo os melhores dons” (I Co. 12.31), mas principalmente o de profetizar. A razão para a prioridade desse dom é a edificação da igreja, considerando que o falar em línguas edifica apenas a si mesmo, a menos que sejam interpretadas (I Co. 14.2). Por isso, aquele que fala línguas deve buscar interpreta-las (I Co. 14.5-14). Paulo dá o testemunho que prefere falar, na igreja, cinco palavras com entendimento, do que dez mil palavras em língua estranha (I Co. 14.19). O culto, por assim, dizer, não pode se restringir a um “festival” de línguas estranhas. O dom de línguas deva ser motivado quando os crentes estiverem sozinhos em suas devoções particulares. Esse é o caminho do amadurecimento espiritual, saber quando se deve ou não falar línguas (I Co. 14.20). As línguas no culto, principalmente quando interpretadas, servem de sinal para os descrentes, para que saibam quão distanciados de Deus estão (I Co. 14.21; At. 2.6). Mas se transformamos o culto num encontro para que todos falem línguas estranhas, os incrédulos não compreenderão a mensagem do evangelho e os crentes, como aconteceu em Jerusalém (At. 2.13), serão chamados de loucos. Por isso, Pedro, em At. 2.14, não falou a multidão em línguas estranhas, mas de forma audível e compreensível, o resultado foi uma conversão de quase três mil pessoas. Assim, que tudo seja feito com decência e ordem, para a edificação do Corpo de Cristo, se não houver quem interprete as línguas, que fique calado ou fale apenas consigo mesmo (I Co. 14.28). Quanto à profecia, que falem dois ou três e outros julguem (I Co. 14.29-31-32), isso mostra que o dom profético não é canônico, como a escritura, infalível, por isso, deva ser julgado à luz da Escritura. Paulo admite que as pessoas podem acrescentar seus próprios sentimentos. Talvez isso tenha acontecido quando os de Tiro, “pelo Espírito”, exortaram Paulo para que não fosse a Jerusalém (At. 21.4,11,12). Aquelas profecias não foram infalíveis porque outras passagens, como a de At. 9.16, 27.23,24, revelam que era a vontade de Deus que Paulo fizesse aquela viagem. CONCLUSÃO Os dons espirituais, conforme nos instrui o apóstolo Paulo, são dados para “cada um para o que for útil” (I Co. 12.7) e visam, acima de qualquer coisa, à edificação e à santificação da igreja (I Co. 12.7). Esse dons – charismata - são espirituais – pneumatikon - concedidos de acordo com a vontade do Espírito Santo (I Co. 12.11) a fim de suprir as necessidades da igreja (I Co. 12.31; 14.1). Esse dons não se restringiram apenas aos dias apostólicos, a igreja atual também pode usufruir deles com decência e ordem, de modo que não falte esses e outros dons (Rm. 12.6-8) até a vinda do nosso Senhor Jesus (I Co. 1.7). BIBLIOGRAFIA HORTON, S. M. I e II Coríntios: os problemas da igreja e suas soluções. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. MORRIS, L. I Coríntios: Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2007.
postado por subsídioEBD

Os Dons Espirituais - Rede Brasil de Comunicação

Igreja Evangélica Assembléia de Deus - Recife / PE Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais Pastor Presidente: Ailton José Alves Av. Cruz Cabugá, 29 - Santo Amaro - CEP. 50040 - 000 Fone: 3084 1524 LIÇÃO 10 - OS DONS ESPIRITUAIS
INTRODUÇÃO:
Apesar da carnalidade que havia na igreja em Corinto, havia também manifestação dos dons espirituais (I Co 1.7). Surgiu, então, dúvidas por parte dos cristãos acerca dos dons, o que os motivou a escrever para Paulo, afim de que este lhes desse o seu parecer sobre os dons espirituais. O apóstolo Paulo, então, revela a importância deste tema quando afirma que não queria que eles fossem ignorantes acerca deste assunto: “Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.” (I Co 12.1). Este é um dos principais assuntos tratados nesta Epístola. I - O QUE SÃO OS DONS ESPIRITUAIS 1.1 “Dons Espirituais são meios pelos quais o Espírito Santo revela o poder e a sabedoria de Deus através de instrumentos humanos”. (Pr. Eurico Bergsten). 1.2 “Dons Espirituais são capacidades sobrenaturais concedidas pelo Espírito para ministérios especiais” (Myer Pearlman). Em resumo: “É uma operação especial e sobrenatural do Espírito Santo por meio do crente”. II - PROPÓSITOS DOS DONS ESPIRITUAIS 2.1 Edificar a Igreja (I Co 14. 4, 5, 12); 2.2 Capacitar o crente a testemunhar de Cristo (At 6. 8-10; I Co 2. 4,5); 2.3 Capacitar o crente para ganhar almas para Cristo (At 8.5-8; 9.32-42). III - O QUE A BÍBLIA ENSINA SOBRE OS DONS ESPIRITUAIS 3.1 Não devemos ser ignorantes (I Co 12.1); 3.2 Devemos procurar, ou seja, pedir, buscar (I Co 12.31; 14.1); 3.3 Os Dons são do Espírito Santo e não podem ser usados pela vontade do próprio crente (I Co 12.6); 3.4 O Espírito Santo distribui como quer. Não depende da nossa vontade a escolha dos Dons (I Co 12.11); 3.4 A maturidade de uma igreja não depende, necessariamente da manifestação dos Dons (Mt 7.20; I Co 1.7; 3.1-4); 3.5 Os Dons são para a Igreja e não apenas para um cristão (I Co 12. 7-11); 3.6 Apesar de sua importância, os Dons não podem substituir às Escrituras (II Pe 1. 20,21; II Tm 3. 16,17; I Co 14.29); 3.7 Quando um dom espiritual se manifesta na vida do crente, ele deve atribuir toda a Glória ao Senhor (At 4. 9,10). IV - CLASSIFICAÇÃO DOS DONS ESPIRITUAIS Os Dons Espirituais estão classificados da seguinte forma: Dons de Revelação Dons de Poder Dons de Elocução Verbal A Palavra da Sabedoria O Dom da Fé O Dom de Profecia A Palavra da Ciência Dons de Curar Variedades de Línguas Discernimento de espíritos Operação de Maravilhas Interpretação das Línguas 4.1 OS DONS DE REVELAÇÃO Estes dons não são apenas necessários, mas também indispensáveis para aqueles que cuidam do governo e orientação da Igreja do Senhor Jesus aqui na terra. São eles: A Palavra da Sabedoria (I Co 12.8). O dom da Palavra da sabedoria não se trata de uma sabedoria comum, e sim de uma sabedoria sobrenatural, para resolver questão de difícil solução (1 Rs 3.l6-28; Mt 21.24; 22.20-22; Mc 3.4; At 6.8-10; 15.13-22). A Palavra da Ciência (I Co 12.8). Esse Dom tem uma relação bastante estreita com o Dom de Profecia, e manifesta-se através de mensagem vocal pelo conhecimento divino, trazendo à luz fatos ocultos à respeito de pessoas ou circunstâncias, ou revelando verdades bíblicas de difícil compreensão (At 5.1-10; 2 Rs 6.8-12; I Co 14.24,25). Discernimento de Espíritos (I Co 12.10). É um Dom extremamente importante para a Igreja dos últimos dias. Trata-se de uma capacitação sobrenatural dada pelo Espírito Santo, para o crente saber discernir e julgar corretamente as profecias e outras manifestações espirituais (1 Co 14.29; 1 Jo 4.1; At 16.16-18). Mais do que nunca, os crentes precisam do conhecimento divino para discernir os espíritos. 4.2 OS DONS DE PODER Como o próprio nome já diz, são dons que transmitem poder, através de operações sobrenaturais. É o poder de Deus concedido ao crente para ele realizar maravilhas: O Dom da Fé (I Co 12.9). Esse Dom opera frequentemente em conjunto com os dons de curas e operação de maravilhas. Não se trata da fé natural nem da fé para a salvação, mas uma Fé sobrenatural capacitando o crente a crer em Deus, para a realização de milagres extraordinários como a cura de doenças incuráveis, ressurreição de mortos ou a realização de coisas impossíveis pelos meios naturais. O Dom da Fé é a capacitação sobrenatural do crente para crer no impossível (Gn 22.5; Mt 8.1-3; Mc 1.22-24; Lc 17.6; Hb 11). Os Dons de Curar (I Co 12.9). Os dons de curar são dados à Igreja para, por meios divinos, proporcionar a restauração da saúde do corpo físico. A palavra “dons” no plural pode sugerir a multiplicidade desses dons, bem como a cura de diferentes tipos de enfermidades, de acordo com o Dom que se recebe (Mt 4.23-25; 10.1; At 3.6-8; 4.30; 19.11,12; 28.7,8). Os dons de curar não são concedidos a todos os membros do corpo de Cristo (I Co 12.11,30), todavia, todos podem orar pelos enfermos, na autoridade do nome de Jesus (Mc 16.17,18), e havendo fé, os enfermos serão curados. Pode haver também cura de enfermidades através da unção com óleo, conforme ensinou o apóstolo Tiago (Tg 5.14-16). Dom de Operação de Maravilhas (I Co 12.10). Esse Dom manifesta-se como os demais, de maneira sobrenatural, geralmente sendo uma intervenção divina nas leis da natureza. É Deus modificando as leis naturais para manifestar o seu supremo poder (Js 10.12-14; At 9.36-42; 20.9-12). Sempre que o Dom de Operação de Maravilhas se manifesta, os resultados são imediatos e visíveis (At 2.43; 8.5-8,13; 19.11). 4.3 OS DONS DE ELOCUÇÃO Os dons de elocução são de extrema necessidade para a Igreja, principalmente nesses dias em que as forças das trevas procuram se infiltrar no meio do povo de Deus, através do espírito do engano. Por isso, devemos seguir a orientação da Palavra de Deus, que nos exorta a procurar com zelo os melhores dons, principalmente o de profetizar (I Co 14.1). Dom de Profecia (I Co 12.10). É um Dom que habilita o crente a transmitir uma palavra sob o impulso do Espírito Santo, proclamando, sobretudo, a vontade de Deus, em relação à sua vida espiritual ou outros assuntos do interesse de Deus e do Seu reino. O Dom de Profecia tem como finalidade: edificar, exortar e consolar (At 2.16-18; 1 Co 14.3,24,25,29-31). O Dom de Variedade de Línguas (I Co 12.10). O Dom de variedade de línguas é o poder de expressão vocal em línguas desconhecidas, dadas pelo Espírito Santo, e capaz de serem interpretadas por outro dom igualmente sobrenatural. No tocante às “línguas” (gr. glossa, que significa língua) como manifestação sobrenatural do Espírito, notemos os seguintes fatos: (a) Essas línguas podem ser humanas e vivas (At 2.4-6), ou uma língua desconhecida na terra, “línguas… dos anjos” (I Co 13.1). A língua falada através deste dom não é aprendida, e quase sempre não é entendida, tanto por quem fala (I Co 14.14), como pelos ouvintes (I Co 14.16). Devemos distinguir as línguas estranhas como sinal e como dom: As línguas estranhas como evidência do batismo com o Espírito Santo é para todos que forem batizados (At 2.4), mas como dom, não é para todos (I Co 12.30; 14.27,28). O Dom de Interpretação das Línguas (I Co 12.10). Não se trata da capacidade humana de interpretar idiomas estrangeiros ou de traduzir humanamente uma mensagem falada para outra língua. É a capacidade sobrenatural, dada pelo Espírito Santo, para a compreensão e transmissão do significado de uma mensagem em línguas desconhecidas, mesmo que sejam línguas humanas não aprendidas e faladas por outros povos diferentes daquele que fala e principalmente daquele que interpreta. Uma mensagem em línguas estranhas, quando interpretada, pode se constituir numa grande bênção para a vida da Igreja. Sempre que houver a manifestação do Dom de variedades de línguas, se faz necessário o Dom de interpretação (1 Co 14.12-14,27,28). CONCLUSÃO Dentre as insondáveis riquezas espirituais que Deus coloca à disposição da sua igreja na terra, destacam-se os dons sobrenaturais do Espírito Santo (I Co 12.7-11). Essas manifestações do Espírito visam à edificação e à santificação da igreja mediante os quais o crente recebe poder e capacidade para servir na igreja de modo mais permanente (I Co 12.7; 14.26). Paulo sabia que havia manifestação dos dons em Corinto, mas havia a necessidade de lhes ensinar sobre este assunto. Por isso, o ensinamento acerca dos dons espirituais ocupa um lugar de destaque nesta Epístola. BIBLIOGRAFIA: Bíblia de Estudo Pentecostal. João Ferreira de Almeida. C.P.A.D. • I & II Coríntios. Stanley Horton. CPAD. I Coríntios Introdução e Comentários. Leon Morris. Mundo Cristão. As Grandes Doutrinas da Bíblia. Raimundo de Oliveira. C.P.A.D. Publicado no site da Rede Brasil de Comunicação

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Getz *A Estatura de Um Cristão Gene Edwards * Perfil de Três Reis GENIVAL OLEGÁRIO DA SILVA *O Segredo de Uma Vida Renovada Gilmar Santos *O Futuro da Humanidade GORDON LINDSAY *Sinais da Próxima Vinda de Cristo Harm Wilts *As Decepções Amorosas de Sansão Harold Kushner * Quando Coisas Ruins Acontecem a Pessoas Boas Hernandes Dias Lopes *Estudos no Livro de Apocalipse Ivenio dos Santos *Alma Nua Jaime Kemp *Antes de Dizer Sim James Allen *Assim Como Pensa o Homem J.B. Carvalho *A Bomba JEFFERSON MAGNO COSTA *Provas da Existência de Deus Jesse Wesley *Você é Realmente um Discípulo *Pequenas Gentilezas *Armas Epirituais *Acerte no Alvo J. L. PACKER *O Conhecimento de Deus J. M. CARROLL *O Rastro de Sangue João Calvino *O Papa de Genebra Joel Leitão de Melo *Sombras, Tipos e Mistérios da Bíblia JONES GUNN *Série Cris Vol 1 a 12 Jones Ross * A Arte de Falar em Público Jonh Bevere *A Unção Profética JONH BUNYAN *O Peregrino John Blanchard *Pérolas da Vida JOHN GILCHRIST *Enfrentando o Desafio Muçulmano John F. MacArthur Jr *Chaves do Crescimento Espiritual JOHN PAUL JACKSON *Desmascarando O Espírito de Jezabel John Pollock *O Apóstolo John Stott *Batismo e Plenitude do Espírito Santo *Cristianismo Equilibrado *Ouça o espírito, Ouça o Mundo *Contra-Cultura Cristã *Tu Porém *A Cruz de Cristo *Contracultura Cristã *Crer e Também Pensar *Sinais de Uma Igreja Viva JONATHAN EDWARDS *Pecadores Nas Mãos de Um Deus Irado johnson Spencer *O Pai Minuto JORGE LINHARES *Ladrão de Alegria *O Rosário *Satanismo na Igreja *Quem é você Águia ou Galinha * Como Deus te Vê *Campo de Lentilhas JOSAFÁ VALIM DE LIMA *Separando Ficção e Realidade em O Código Da Vinci JOSE ANTONIO CORREA *Caminhos JOSH MACDOWELL *Amar é Sempre Certo Josh McDowell e Norman L.Geisler *Como Conhecer a Deus Josué Gonçalves * A Língua Domando Essa Fera *Introdução ao Aconselhamento de Casais JOYCE MEYER *A Decisão Mais Importante que Você Deve Tomar HARRIS JOSHUA *Eu Disse Adeus ao Namoro KENNETH HAGIN *Voando Como Águias *A Autoridade do Crente *Pensamento Certo ou Errado *Eu creio em Visões *O Nome de Jesus *A Palavra de Deus *Sete Passos Para Receber o Espírito Santo *O Cristão que Intercede *Coletânea Lawrence Olson *O Plano Divino Através dos Séculos leon tolstoi *O Reino de Deus Está em Vós Leonardo Boff *A Águia e a Galinha Leslie D. Weat *As Três Vontades de Deus LUND *Hermenêutica MAGNO PAGANELLI *Conhecedores do Bem e do Mal Madame Guyon *Experimentando as Profundezas de Jesus Cristo Manoel Valentim *Lobo ou Ovelha MARCELO OLIVEIRA DE ALMEIDA *A Unção e o Propósito Profético Marcelo Toledo *Aceitei Jesus e Agora? MÁRCIO VALADÃO *A Embaixada do Inimigo *Vivendo em Santidade *Sexo Benção ou Maldição *Arrependimento Traz Bençãos MARCO ANTÔNIO RIPARI *Fale menos, Faça mais *Muito Carisma, Pouco Caráter *Cadê a Família*Minha Família Meus Discípulos*O Grande Desafio*Obediência*Quem Manda Em Sua Casa*Rir é Coisa Séria*Sabedoria e Caráter*Televisão Babá Eletrònnica MARCO FELICIANO *Chamada de Fogo *O Sonho e o Projeto de Deus*Assassinos de Profetas Marcos de Souza Borges *O Obreiro Aprovado MARTIN LLOYD JONES *Do Temor a Fé *Depressão espiritual MARY K. BAXTER *A Divina Revelação do Inferno *A Divina Revelação do Céu Maurice Lachatre *Os Crimes dos Papas MAX LUCADO *Derrubando Golias *Quando os Anjos Silenciaram *Ele Escolheu Você *A Grande Casa de Deus *Nas Garras da Graça *Aliviando a Bagagem MAXWELL WITHE *Desfazendo os Laços do Diabo MICHELL BARNAUD *Ele Viu os Céus Abertos Michael Walsh *O Mundo Secreto do Opus Dei MICHAEL WILCOCK *A Mensagem de Apocalipse Michael Drosnin *O Código da Bíblia *O Código da Bíblia 2 MICHAEL YOUSSEF*O Estilo de Liderança de Jesus MORRIS VENDEN*Como Tornar Real o Cristianismo *Como Conhecer a Deus *Como Conhecer a Vontade de Deus*Como Jesus Tratava as Pessoas NAASOM SOUSA *Do Deserto ao Oásis*Transformação 1 A Missão *Transformação 2 Reencontros*Transformação 3 Descobrindo a Verdade Nelson Rocha *Cavalos de Fogo NICKY CRUZ *Foge Nicky Foge NORBERTH LIETH *Conheça Jesus Norman Vincent Peale *A Esperança * Seis Atitudes Para Um Vencedor Orlando Boyer *Toda a Família *Heróis da Fé Osmar Balmant * Tirando Forças da Fraqueza PAUL TOURNIER *Culpa e Graça PAUL YONGGI CHO *Soluções Para os Problemas da Vida *Orando com Jesus *A Quarta Dimensão PAULO BUENO *A Síndrome de Pilatos *Ainda que a Figueira não Floresça *Ainda Quando For Velho *Você Está Vivendo ou Sofrendo *As Sete Raposinhas Paulo Romeiro *Supercrentes Peter S. Ruckman *6 Estudos*A Garantia da Salvação Eterna PETER WAGNER *Confrontando a Rainha dos Céus Philip Yancey *Alma Sobrevivente *A Imagem e Semelhança de Deus *Deus Sabe que Sofremos *O Jesus que Nunca Conheci *Decepcionado com Deus *A Dádiva da Dor *Maravilhosa Graça *Feito de Um Modo Especial e Admirável RAIMUNDO DE OLIVEIRA *Seitas e Heresias R. C. Sproul *Eleitos de Deus REBECA BROWN *Ele veio para libertar os cativos *Em Busca da Vontade de Deus *Prepare-se Para a Guerra R. F. Wootton *Muçulmanos que Encontraram a Cristo Rhonda Byrne *O Segredo RICARDO COTTA *Defendendo a Igreja Evangélica Ricardo Meneghelli *O Final dos Tempos RICARDO MIRANDA *Jesus Meu Estandarte RICK JONNES *Por amor aos Católicos Romanos RICK WARREN *Uma Vida Com Propósitos RICHARD J. FOSTER *Celebração da Disciplina RICHARD WURMBRAND *Torturado por Amor a Cristo Rodrigo Romo *A História de Lúcifer RUSSEL SHEDD *O Líder que Deus Usa SAM HINN*Beijando a Face de Deus Schwertley *Catolicismo Romano SAMUEL DOCTORIAN *Os Cinco Anjos do Continente Sergio Scataglini *Fogo Santificador Shekia Cooley *O Porque do Hímen SILAS MALAFAIA *Experiência Com Deus Transforma as Nossas Vidas Stephen Kaung *O Dia das Pequenas Coisas *A Cruz*Eu Edificarei a Minha Igreja*Meditações Sobre o Reino*Pegadas Steve Gallagher *No Altar de Idolatria Sexual S. V. Milton *Símbolos da Nova Era *Conhecendo a CCB T. Austin Sparks *Visão Espiritual *25 Textos Temóteo Ramos de Oliveira *Manual de Cerimônias TIM LAHAYE *Um Homem Chamado Jesus *Como Estudar a Bíblia Sozinho *Temperamento Controlado Pelo Espírito *Deixados para Trás 8 A Marca *Deixados Para Trás *Deixados Para Trás Comando Tribulação *Deixados Para trás Nicolae *Deixados Para Trás A colheita *Deixados Para Trás Apoliom *Deixados Para trás Assassinos *Deixados Para Trás O Possuído *Deixados para Trás 9 T. L. OSBORN *Impacto THOMAS KEMPIS *Imitação de Cristo Tommy Tenney *Os Descobridores do Céu *Os Caçadores de Deus *Os Descobridores de Deus*Fontes Secretas de Poder *Caçando Deus Servindo ao Homem VALTER ALEXANDRE *Escrevendo e Lendo Hebraico VILMA LAUDELINO DE SOUZA *Escalando o Abismo WALTER MARTIN *Como Entender a Nova Era *O Império das Seitas Vol.2 WATCHMAN NEE *A Cruz *O Mensageiro da Cruz *Esmurrando o Corpo *O Poder da Pressão *O Plano de Deus e os vencedores *E a Pedro *Testemunho Cristão *Vida Cristã Equilibrada *O Homem Espiritual *Cristo A Soma de Todas as Coisas *Testemunho Cristão Normal *O Evangelho de Deus*O Poder Latente da Alma W. D. DENNETT *Ganhe os Muçulmanos Para Cristo WILBUR PICKERING*Qual o Texto Original do Novo Testamento ZAQUEL MEDEIROS *A Um Passo do Inferno Revistas *Revista Atos - O Líder de Igreja Eficaz OUTROS *A Bíblia Responde - Edições CPAD *Alcorão *Batalha Espiritual *Bíblia Sagrada *O Livro Negro do Cristianismo *O Leitor de Corações *Adoração *Línguas Estranhas Entre os Crentes *O Dízimo nos Dias Atuais*O Significado dos Nomes Bíblicos*A Veracidade da Bíblia*Documentos Históricos do Protestantismo*Artigos Sobre Catolicismo *Como Obter a Cura *Casamento União Divina*Símbolos Bíblicos*O Poder da Oração*As Mais Belas Frases do Mundo*Curso de Administração Bíblica *o Mártir das Catatumbas