Pastores presos nas ferragens de acidente louvam a Deus com hinos e levam os bombeiros às làgrimas


Um engavetamento que aconteceu às 8h15 do dia 25 de Fevereiro de 2010, no quilômetro 277 da Rodovia do Contorno, trecho da BR 101 que liga Serra a Cariacica, no Estado do Espirito Santo, envolvendo cinco caminhões, uma moto e um automóvel Del Rey (bateram um atrás do outro).

Tudo começou quando um caminhão freou por causa do intenso fluxo de carros no sentido Cariacica - Serra. Os veículos que vinham atrás dele frearam também, mas o último caminhão - de uma empresa de cerveja - não conseguiu parar a tempo. Com isso, os veículos que estavam à frente foram prensados uns contra os outros.

No veículo Del Rey estavam o proprietário, pastor Dimas Cypriano, 61 anos, Benedito Bispo, José Valadão de Souza e Nelson Palmeira dos Santos, todos da Igreja Assembleia de Deus que haviam saído de Alegre, município da Região Sul do Estado, rumo a uma convenção estadual da igreja em Nova Carapina II, na Serra.

O pastor Dimas Cypriano, que sobreviveu ileso ao acidente, no Contorno, contou que usava cinto de segurança e que ficou preso ao tentar sair. Ele dirigia o Del Rey e disse que precisou de ajuda para sair do carro. Mas depois continuou no local, acompanhando os trabalhos de resgate do colega, Benedito Bispo. Nas mãos, levava uma Bíblia que ficou suja de sangue. Mas isso não impediu que o pastor orasse durante o socorro.

O mais comovente do triste episódio, foi o relato dado por 2 pastores sobreviventes, e pelos bombeiros que tentavam tirar os pastores ainda com vida, que estavam presos nas ferragens.

As testemunha citadas acima, contam que os pastores Nelson Palmeiras e João Valadão, ainda com vida e presos nas ferragens, em meio a um mar de sangue que os envolvia, começaram a cantar o Hino 187 da harpa cristã:

Mais perto quero estar
Meu Deus, de Ti!
Inda que seja a dor
Que me una a Ti,
Sempre hei de suplicar
Mais perto quero estar
Mais perto quero estar
Meu Deus, de Ti!


Andando triste, aqui
Na solidão,
Paz e descanso a mim
Teus braços dão;
Nas trevas vou sonhar,
Maia perto quero estar,
Mais perto quero estar,
Meu Deus, de Ti!


Minh'alma cantará
A Ti, Senhor!
E em Betel alçará
Padrão de amor,
Eu sempre hei de rogar
Mais perto quero estar,
Mais perto quero estar,
Meu Deus, de Ti!


E, quando Cristo, enfim,
Me vier chamar,
Nos céus com serafins,
Irei morar.
Então me alegrarei
Perto de Ti, meu Rei.
Perto de TI, meu Rei,
Meus Deus, de Ti!

Aos poucos suas vozes foram silenciando-se para sempre.

As lágrimas tomaram conta dos bombeiros, acostumados a resgatar pessoas em acidentes graves, porém jamais viram alguém morrer cantando um hino, como foi o caso dos pastores Nelson Palmeiras e João Valadão.

Fonte:

Igreja dos pelados: nudistas fazem cultos religiosos em Virgínia


Uma igreja no Estado americano da Virginia (nordeste dos Estados Unidos) está causando polêmica ao receber fiéis nus. Até o pastor celebra o culto como veio ao mundo.



Na capela de Whitetail - uma comunidade nudista fundada em 1984, na cidade de Ivor -, roupas são um item opcional.

"Eu não acredito que Deus se importe com a maneira como você se veste quando você faz suas orações. O negócio é fazer as orações", diz Richard Foley, um dos frequentadores.

Mas entre os que não fazem parte da congregação, a ideia de uma igreja nudista não agrada muito. Várias pessoas ouvidas nas ruas de Ivor se surpreenderam e disseram achar o conceito de uma igreja nudista desrespeitoso.

O pastor Allen Parker discorda: "Jesus estava nu em momentos fundamentais de sua vida. Quando ele nasceu estava nu, quando foi crucificado estava nu e quando ressuscitou, ele deixou suas roupas sobre o túmulo e estava nu. Se Deus nos fez deste jeito, como isso pode ser errado?"


Pelados, pelados... Nus, com a m
ão na Bíblia

A comunidade nudista de Whitetail vai de vento em popa apesar dos tempos de crise. Segundo a administração do resort, mais de dez mil pessoas visitaram o local no último ano e os lucros subiram 12% no período.

Os visitantes dizem que ser nudista é algo libertador. Para eles, em um ambiente como este não há julgamento de classe social e todos ficam livres para ser quem realmente são.

Além disso, o clima seria de igualdade. Um frequentador exemplificou isso dizendo que, na comunidade, não é possível dizer quem está desempregado, quem é alto-executivo e quem é encanador.

"Aqui, todos participam, todos são compreensivos e preocupados com a comunidade e com a família. Temos uma das congregações mais ativas da região. Eu considero isso um presente de Deus e um privilégio", disse o pastor Parker.





***
Fonte: BBC. Imagens no Bereianos

A minha lógica ou a lógica de Deus?

Às vezes a Palavra de Deus nos apresenta coisas ilógicas. É claro que somos nós que as classificamos assim. Você já deve ter lido o versículo que está em Mateus 6. 33: "Portanto, ponham em primeiro lugar na sua vida o Reino de Deus e aquilo que Deus quer, e ele lhes dará todas essas coisas." (leia os versículos anteriores)...
Este versículo é bastante conhecido, mas pouco vivido. O motivo? Ele parece ilógico para a maioria das pessoas. Se eu priorizar o reino de Deus como vou conseguir um bom salário? Como vou construir os meus sonhos? Como vou subir na empresa? Como vou me divertir? Como vou ter todas as minhas necessidades satisfeitas? De onde virão os recursos para isso?
Sendo assim, as pessoas costumam primeiramente correr atrás de tudo aquilo que acham que vai suprir seus desejos e necessidades e depois [se] sobrar algum recurso (tempo, vontade, dinheiro, disposição, amor...) aplicam no reino de Deus.
O que precisamos saber é que a lógica de Deus não é nem de longe parecida com a nossa lógica. A lógica de Deus considera a nossa obediência e  fé, e também o fato de Deus ser onisciente, onipotente, onipresente, enquanto que a nossa lógica considera apenas superficialmente as coisas, através de nossa visão limitada .
A bênção de Deus sobre a obediência pode transpor qualquer tipo de pensamento lógico que possamos ter com relação à vida. Alguém que cumpre a vontade de Deus e prioriza a Sua vontade é alguém muito mais próspero que alguém que deixa a vontade de Deus para depois.
É claro que essa prosperidade não é somente dinheiro, mas é uma bênção estendida a todas as áreas da vida. É algo que somente os obedientes recebem de Deus. 
O cumprimento da vontade de Deus às vezes parece ilógico para a nossa mente pequena, mas somente aqueles que a cumprem podem testemunhar aquilo que Deus pode fazer, mesmo desafiando a lógica humana.


Assim, cabe a cada um escolher: Vou priorizar a lógica de Deus ou a minha lógica?

2º Trimestre de 2010

Professores preparem-se, pois no 2º Trimestre de 2010 estudaremos sobre o livro do profeta Jeremias.
Com certeza não é um dos livros mais fáceis, pois é necessário ter-se um conhecimento histórico-político-social de Israel e isto requer pesquisa e muita dedicação.
Boa Sorte a todos!
Jeremias, esperança em tempos de crise
Comentarista: Pastor Claudionor de Andrade

SUMÁRIO DA LIÇÃO:

 
1- Jeremias, o profeta da esperança
2- Os perigos do desvio espiritual
3- Anunciando ousadamente a Palavra de Deus
4- Chorando aos pés do Senhor
5- O poder da intercessão
6- A soberania e autoridade de Deus
7- O cuidado com as ovelhas
8- O poder da verdadeira profecia
9- Esperando contra esperança
10- O valor da esperança
11- O dilema de um jovem
12- A opção pelo povo de Deus
13- Esperança na lamentação



2º Trimestre de 2010

LIÇÃO Nº 10 - 07/03/2010 - "A DEFESA DA AUTORIDADE APOSTÓLICA DE PAULO"

LIÇÃO 10 - DIA 07/03/2010
TÍTULO: “A DEFESA DA AUTORIDADE APOSTÓLICA DE PAULO”
TEXTO ÁUREO – II Cor 1:1
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: II Cor 10:1-8, 17-18
PASTOR GERALDO CARNEIRO FILHO
e.mail: geluew@yahoo.com.br

I – INTRODUÇÃO:

· Jo 8:44; Apc 12:10 cf At 17:5-6 - Satanás não respeita qualquer princípio ético; não tem escrúpulos em mentir; acusar é um de seus papéis. O que ele precisa é de instrumentos humanos que se deixem usar, pois isto facilita o trabalho dele contra os servos do Senhor.


· Para um Homem de Deus os atentados contra sua honra podem representar uma dor mais doída do que o ser espancado com vara numa praça pública. A vara fere o corpo; a ofensa à honra, fere a alma. Não é sem razão que a honra de um homem de Deus, de um homem decente, honesto, correto tem sido um dos alvos prediletos de Satanás. Na maioria das vezes é de difícil defesa e espalha-se como fogo em palha seca. Mesmo diante de tal quadro O HOMEM DE DEUS PRECISA ESTAR PREPARADO PARA SUPORTAR CALÚNIAS, INJÚRIAS e DIFAMAÇÕES

II - SIGNIFICADOS DA PALAVRA “AUTORIDADE”:

· A maneira como a palavra “autoridade” é empregada na Bíblia normalmente significa o direito conferido a uma pessoa para fazer determinadas coisas, em função do cargo ou da posição que ocupa; significa PODER OU DIREITO DE AGIR, PARTICULARMENTE DE DAR ORDENS E DE SE FAZER OBEDECER.


· TIPOS DE AUTORIDADE: Há duas formas básicas de autoridade:

· (1) – AUTORIDADE INTRÍNSECA – Aquela inerente à natureza ou à essência de algo. Por exemplo: A autoridade de Deus, que é absoluta e incondicional – Sl 19:10; Is 40; e
· (2) – AUTORIDADE DELEGADA – Aquela concedida, derivada ou outorgada a alguém, proveniente de outra fonte de autoridade. Por exemplo: dos governos civis (Rm 13:1-7); dos pais (Ef 6:1-4); dos pastores e líderes (Hb 13:7, 17).

III – AUTORIDADE APOSTÓLICA:

· A autoridade apostólica é a AUTORIDADE DELEGADA por Jesus, pois os apóstolos:
· (A) – Eram testemunhas comissionadas por Cristo e Seus representantes – Mt 10:40; Jo 17:18; 20:21; At 1:8; II Cor 5:20);
· (B) – Receberam autoridade para fundar, edificar e regular Sua Igreja Universal – II Cor 10:8; 13:10;


· (C) – Deram ordens e prescreveram disciplina em nome de Cristo, demonstrando serem porta-vozes de Deus e possuírem autoridade divina – I Cor 5:4; II Ts 3:6
· (D) – Apontavam diáconos e presbíteros – At 6:3, 6; 14:23;
· (E) – Apresentavam ensinamentos como as verdades de Cristo, tanto quanto ao conteúdo como quanto à forma de expressão (I Cor 2:9-13 cf I Ts 2:13), a norma da fé (II Ts 2:15 cf Gl 1:8) e do comportamento (II Ts 3:4-6, 14); e
· (F) – Esperavam que suas regulamentações fossem recebidas como “mandamentos do Senhor” – I Cor 14:37.
· Assim, a autoridade que Cristo conferiu aos apóstolos era única. Não poderia ser transmitida a outros. Os apóstolos poderiam investir pessoas nas funções de presbíteros, líderes ou mestres nas Igrejas, dando-lhes autoridade para assumir determinadas responsabilidades. No entanto, a autoridade apostólica não chegou até nós através de seus sucessores, mas, sim, por seus escritos encontrados no Novo Testamento.

· Por isso, transcrevemos aqui as palavras do filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard: “NÃO SOU OBRIGADO A OBEDECER A PAULO PORQUE ELE ERA EXEPCIONALMENTE INTELIGENTE; DEVO SUBMETER-ME A PAULO PORQUE ELE TEM AUTORIDADE DIVINA.”

IV – A PALAVRA “APÓSTOLO”:

· Algumas vezes a palavra APÓSTOLO é usada no N.T. em uma acepção genérica, com o significado de MENSAGEIRO. Exemplo: Jo 13:16 (enviado = apóstolo); II Cor 8:23 (mensageiros = apóstolos das Igrejas). O próprio Jesus é chamado O APÓSTOLO, em uma alusão Sua função como enviado especial de Deus ao mundo – Hb 3:1

· No entanto, a palavra APÓSTOLO assume um sentido mais amplo nas Epístolas Paulinas. Abrange as pessoas que, assim como Paulo, não estavam entre os doze apóstolos, mas que haviam visto o Cristo ressurreto e foram especialmente enviadas por Ele.

· Isto exposto, APÓSTOLO significa enviado especial de Jesus Cristo; uma pessoa a quem Jesus conferiu autoridade para realizar determinadas tarefas (Mc 3:14; 6:30).

V – A DEFESA DA AUTORIDADE APOSTÓLICA:

· Paulo tinha opositores: eram os falsos mestres, tanto internos como externos, legalistas judeus e, por isso, chamados de judaizantes; viviam como judeus, de acordo com as normas religiosas dos judeus (II Cor 11:26; Gl 2:14); agora ingressos no Cristianismo, queriam que os gentios observassem a lei de Moisés (At 15:1). Esses homens saíram de Jerusalém por sua própria conta; Tiago disse que nãos os enviara, portanto não podiam representar a Igreja de Jerusalém (At 15:24).
· A alegação de Paulo de que era um apóstolo foi contestada pelos opositores. Entretanto, Paulo considerava que as bases para a sua condição de apóstolo eram:
· (1) - O chamado direto do Senhor glorificado, que havia lhe aparecido na estrada para Damasco; e
· (2) - A graça de Deus sobre o seu ministério de alcançar pessoas para o Evangelho e plantar Igrejas – I Cor 15:10.
· Havendo Paulo sido um perseguidor da Igreja antes de sua conversão, os opositores tentavam excluí-lo da lista dos apóstolos! Os opositores pareciam levar vantagem, por não ser Paulo um dos doze que conviveram com Jesus. Eles sabiam dos requisitos apresentados pelo apóstolo Pedro! – At 1:21-25 - mas ignoravam o que está escrito na Palavra do Senhor acerca dos apóstolos que Deus constitui sobre a Sua Igreja – I Cor 12:18; Ef 4:11. Desta forma a Igreja de Corinto estava correndo o perigo de ser persuadida pelos opositores de Paulo.

· Paulo rebateu veementemente as acusações sofridas. A ênfase que ele dá à origem de seu apostolado mostra que o único que tem autoridade de constituir apóstolos é o Senhor Jesus. Além disso, ele afirma quatro vezes ter visto o Senhor (I Cor 9:1; 15:8; II Cor 4:6; Gl 1:15-16); o Livro de Atos dos Apóstolos apresenta Paulo como apóstolo (At 14:14).

· Paulo venceu seus opositores, não com armas carnais, tais como, eloqüência, organização, propaganda e coisas semelhantes, que são por si mesmas neutras, mas que podem ser usadas para o mal, por serem subservientes ao egoísmo, artimanhas e violência caracteristicamente humanas; Paulo os venceu com as armas espirituais, que são poderosas em Deus para destruição ou demolição de fortalezas – II Cor 10:4-5.

VI - A DEFESA DA AUTORIDADE MINISTERIAL:

· Parece que é tendência ainda hoje ser mais fácil induzir alguém ao erro do que levá-lo à verdade. Tais pessoas conhecem o seu pastor, sua história, sua origem, sua família, seu trabalho, sua dedicação à Igreja e seu cuidado com o rebanho. Porém, trocam esse homem de Deus por estranhos que sequer conhecem sua origem!
· A melhor defesa para um homem de Deus contra qualquer tipo de acusação feita ao Seu Ministério está no fato de ter uma consciência tranqüila diante do povo e diante do seu Deus.
· Paulo tinha - I Ts 2:1-8 - Um homem de Deus que prega e ensina a Palavra do Senhor, não procura induzir o povo ao erro, a fim de tirar proveito pessoal; tem sua consciência tranqüila diante de Deus. Paulo podia dizer – “...não buscamos glória dos homens, nem de vós, nem de outros, ainda que podíamos, como apóstolos de Cristo, ser-vos pesados” - Um homem de Deus que não busca sua própria glória, que não faz a Obra de Deus para ser louvado pelos homens, que abre mão até mesmo de direitos que lhe são conferidos em virtudes do cargo que ocupa, tem sua consciência tranqüila diante de Deus (II Ts 3:6-10; At 20:17-21, 36-38)
· Moisés tinha – Nm 16:1-3 - Quando seu Ministério foi contestado, ele pode declarar sua integridade moral. Moisés era um homem que tinha as mãos limpas. Não era uma simples, mas uma rebelião de “peso”. Os Ministérios de Moisés e de Arão estavam sendo postos em dúvidas! (Nm 16:12-13). Contudo, não houve troca de acusações, escândalo, brigas! Moisés tinha sua consciência tranqüila diante de Deus; ele tinha consciência de que não havia dado causa àquela rebelião. Ele era um homem íntegro diante de Deus (Nm 16:15). Quando o homem de Deus tem sua consciência tranqüila e a certeza de estar com suas mãos limpas, ele pode entregar a Defesa de Seu Ministério nas mãos de seu Deus! Moisés fez isto e Deus tomou as providências necessárias, sem prejuízo para a integridade do povo, consumindo os rebeldes (Nm 16:32-33) - A melhor defesa para um homem de Deus contra qualquer tipo de acusação feita ao Seu Ministério está no fato de ter uma consciência tranqüila diante do povo e diante de Deus.
· Samuel tinha - No final de Seu Ministério ele desafiou a qualquer do povo para que apresentasse uma só mancha em seu Ministério (I Sm 12:1-5).
· Paulo – Moisés – Samuel - Três homens de Deus! Três Ministérios diferentes! Três homens que tinham suas consciências tranqüilas diante do povo e diante de Deus! Três homens de “mãos limpas”! Três exemplos para todos os Obreiros de hoje! Aconteceu no passado! Acontece hoje! Qualquer homem de Deus, mesmo sem causa, poderá ter Seu Ministério contestado e até colocado em dúvidas. Mas, nos três exemplos citados, aqueles homens não vacilaram em invocar o testemunho de Deus sobre seus Ministérios e não tiveram medo de desafiar o povo a apontar qualquer mancha em suas vidas e desempenho Ministerial.
· Daí voltamos a afirmar que a melhor defesa para um homem de Deus contra qualquer tipo de acusação feita ao Seu Ministério está no fato de ter uma consciência tranqüila diante do povo e diante de Deus (I Pe 3:16-17; 4:15-16).

VII - CONSIDERAÇÕES FINAIS:

· Lc 22:26-27 - O uso mais nobre da autoridade envolve a atitude de servir ao próximo. O cristão que procura seguir o exemplo de Cristo aprenderá a usar sua autoridade com as pessoas e não sobre elas. No mais, o cristão, que deve ser sábio, não se esquece de que toda forma delegada de autoridade irá um dia retornar a Deus, que a concedeu (I Cor 15:24-28). No entanto, as recompensas pela fidelidade irão durar por toda a eternidade (I Jo 2:17).

FONTES DE CONSULTA:


· Comentário Bíblico Broadman - JUERP
· Lições Bíblicas CPAD – 2º Trimestre de 1999 – Comentarista: Esequias Soares
· Lições Bíblicas CPAD – 3º Trimestre de 1993 – Comentarista: Eurico Bergstén
· Enciclopédia da Bíblia – Editora Cultura Cristã
· Dicionário Ilustrado da Bíblia – Edições Vida Nova
· O Novo Dicionário da Bíblia – Edições Vida Nova

O PRINCÍPIO BIBLICO DA GENEROSIDADE

O PRINCÍPIO BIBLICO DA GENEROSIDADE

2 Coríntios – “Eu, de muito boa vontade, gastarei e me deixarei
gastar pelas vossas almas”
Lição 09 O Princípio Bíblico da
Generosidade
Por PR Manoel B. M. Júnior.
Texto Áureo: “Cada um contribua Segundo Propôs no seu coração,
não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá
com alegria” (2 Co 9.7).


Verdade Prática: A generosidade é um princípio que deve preencher
o coração alcançado pela graça de Deus .

Leitura Bíblica em classe: 2 Coríntios 8.1-5; 9.6,7,10,11 ARC.

INTRODUÇÃO

No final de sua primeira carta aos Coríntios (16. 1-4), Paulo mencionou uma “coleta para os santos”. Agora ele aborda com detalhes o tema da caridade. As Epístolas do NT e o livro de Atos deixam claro que entre 52 e 27 d.C., grande parte do trabalho de Paulo foi dedicada à arrecadação de dinheiro para os “pobres dentre os santos”que estavam em Jerusalém (Rm 15.26; Gl 2.10), este exemplo está em extinção!

I. EXEMPLOS DE AÇÕES GENEROSAS (8.1-6,9; 9.1,2)
1. O exemplo dos Macedônios (8.1-6).
O trecho que agora consideramos é de grande interesse, embora o assunto, sendo uma "coleta especial", possa parecer de importância passageira. O interesse, no entanto, jaz no fato de o apóstolo exortar os irmãos da Acaia a que juntem suas ofertas às dos irmãos da Macedônia, a fim de suprirem as necessidades materiais dos crentes pobres de Jerusalém. Assim aprendemos da Escritura que temos obrigações para com nossos irmãos mais pobres; e que o cumprimento dessas obrigações pode ter rica significação espiritual. As circunstâncias na Macedônia, quando esta coleta foi levantada, não eram de prosperidade. Os irmãos ali estavam em muita prova de tribulação e profunda pobreza (2), quando contribuíram liberalmente e, com efeito, acima de suas posses (3). E ficaram ansiosos por fazer chegar essas ofertas ao seu destino por mãos de Paulo e seus companheiros, considerando essa dádiva aos santos de Jerusalém como expressão de companheirismo e assistência (4). Tito (6). Foi Tito quem empreendeu coleta idêntica entre os coríntios. O apóstolo exorta-os a que mostrem o mesmo zelo neste assunto prático, cristão, assim como se mostravam zelosos na fé, na palavra, no saber e em todo o cuidado (7), matérias estas de caráter mais "espiritual". É claro que ele considerava a plena vida cristã abrangendo ambas estas atividades. Admite, entretanto, no vers. 8, que lhe falta autoridade para exigir deles a coleta; apenas lhes dá oportunidade de provar, como ele diz, a sinceridade do vosso amor (8).

2. O exemplo de Jesus Cristo (8.9).
O vers. 9 resume admiravelmente todo o propósito da encarnação. A posição de glória que Cristo desfrutava com o Pai foi por Ele sacrificada, a fim de nos auxiliar. Cfr. Fp 2.6-7. Assim, devemos sacrificar alguma coisa para ajudar a outros. Veja-se também 1 Pe 2.20-21, onde a vida e a morte de nosso Senhor nos são apresentadas como exemplo. Se as razões expostas acima não fossem suficientes para completar sua obra de benevolência, Paulo teria mais uma razão para os Coríntios a completarem. Ele guardou a razão mais constrangedora para o final, mantendo o supremo exemplo da graça – O Senhor Jesus Cristo. Aponta para a encarnação como modelo completo da graça abnegada que respondeu à angustia dos outros. O Senhor Jesus deixou voluntariamente sua riqueza Divina por nossa causa e assumiu a pobreza de nossa humanidade (Fp 2.6-8), para que nEle pudéssemos ganhar a riqueza espiritual da Salvação (Ef 1.7, 18; 2.7; 3.8,16; Fp 4.19; Cl 1.27).

3. O exemplo da igreja coríntia (9.1,2).

Esta seção dá continuidade à exortação de Paulo para a generosidade entre os Coríntios. Aqui aprendemos algo sobre o conteúdo de seu orgulho por eles. Podemos ver também mais de Paulo como o motivador, ao continuar a encorajá-los a completar esta bondosa oferta. Paulo começa com uma declaração enfática (quase gloriando-se) de sua confiança neles: realmente não precisa escrever-lhes sobre esta ministração aos santos de Jerusalém, porque já sabe quão ansiosos e prontos estão para responder a esta necessidade. Na verdade, ele se gloriou junto aos macedônios de que os da Acaia (incluindo os Coríntios) estavam prontos e preparados para colaborar há um ano. Fica claro que Paulo está usando uma igreja para motivar outra. No capítulo 8, ele apresenta os Macedônicos como um exemplo para os Coríntios seguirem em sua abnegada doação. Agora aprendemos que a resposta Macedônica deveu-se em parte à motivação trazida por Paulo, apresentando os da Acaia como exemplo: “Vosso zelo tem estimulado a muitos” (v.2).

II. EXORTAÇÃO AO ESPÍRITO GENEROSO PARA CONTRIBUIR (8.7-15)

1. A igreja de Corinto foi encorajada a repartir generosamente com os necessitados (8.11).
Evidentemente os Coríntios marcaram um alvo para a coleta somando as quantias que os membros sentiram que Deus queria que ofertassem. Mais ainda não tinham levado a cabo as boas intenções. uma referência de data que ajuda a colocar a redação desta epístola em determinado tempo. Evidentemente por essa época os coríntios haviam empreendido fazer essa coleta; agora Paulo incita-os a levá-la a cabo afim de socorrer os santos de Jerusalém.

O que levou a igreja mãe (Jerusalém) depender de ajuda financeira? Porque havia tanta pobreza entre os cristãos de Jerusalém?
Sem dúvida, um motivo era o fato de que muitos eram colocados no ostracismo pelos judeus, que se recusavam a empregar, ou até mesmo comprar bens de pessoas que nessa época eram encaradas não como membros de uma seita judaica, mas como apóstatas . outra razão foi uma escassez de alimentos causada pela superpopulação, que resultou em época de fome no ano 46 d.C., durante o governo de Claudio (At 11.27-30). O problema dos pobres teria sido exacerbado pelos pesados impostos cobrados na palestina, não somente pelos romanos, mas também pelos governantes locais. Também foi sugerido que a boa vontade daqueles que possuíam grandes propriedades de vender suas posses para manter os pobres, embora pudessem ter satisfeito necessidades imediatas, teria a longo prazo, causado o impacto do empobrecimento de todos (At 2.44,45; 4.32-35). Quaisquer que sejam as causas, os cristãos da terra santa quase estiveram privados de recursos durante este período, e Paulo dedicou-se a arrecadar fundos entre as igrejas gentílicas para satisfazer o que era uma necessidade verdadeiramente desesperadora. A perseguição causada pela morte de Estevão também contribuiu para o empobrecimento da igreja (AT 8.1-3).

2. A responsabilidade social da igreja.

O principio da generosidade é algo lindo de mais em todo o contexto das escrituras, não existe em nenhum outro lugar das escrituras passagem semelhante a esta. Jesus nos deu grandes exemplos de generosidade em própria vida e pelo que ensinava, em Lucas (Lc 10. 25-37) Jesus nos deu um exemplo de Amor, Compaixão e generosidade sem igual. Esta alternativa é introduzida na parábola do bom samaritano. O principal personagem deste episódio é um doutor da lei (Lc 10.25) que deu uma resposta que qualquer judeu instruído daria à pergunta de Cristo – “que está escrito na lei?” – a respeito da vida eterna , e do sacerdote e do levita da história do samaritano, cuja indiferença ao sofrimento do homem atacado pelos ladrões contraria o principio mais fundamental dessa lei (Lc 10. 25-37). Portanto a única alternativa de Jesus é uma religião do livro representada pelo judaísmo do primeiro século, que havia perdido de vista a misericórdia ao procurar justificar-se, como fez o doutor da lei (Lc 10.29), através de suas interpretações da lei de Deus. Havia um bando de ladrões que assaltaram o homem deixando-o quase morto, um sacerdote que teoricamente era o representante de Deus para o povo e um levita que também teoricamente era considerado separado para representar a santidade no serviço à Deus. Na minha visão tanto os salteadores como o sacerdote e o levita estão no mesmo nível os primeiros porque não deveriam fazer o mal e fizeram e os últimos porque deviriam ter feito o bem agindo generosamente para com o homem ferido e não fizeram nada. “Quantas pessoas que se dizem cristãs, pastores, líderes agem da mesma maneira hoje desprezando o princípio mais importante da lei que é amar o próximo como a si mesmo”, estão entesourando pra si enquanto outros nada tem obrigam os outros a tirar de onde não tem para satisfazerem seus caprichos medíocres – Filhos de satanás é isso que são! O samaritano não conhecia aquele homem não perguntou se ele era judeu ou gentil, se era da assembléia de Deus ou de outra denominação, ele simplesmente ignorou tudo isso e socorreu o próximo pagando todas despesas e cuidados médicos que aquele homem teve e ainda lhe chamou de amigo – que exemplo não?

3. A generosidade cristã requer reciprocidade mútua dos recursos.

Cristo nos chama a lei do desapego. A graça de Deus deve reconhecer-se como raiz e fonte de todo bem em nós, ou feito por nós, em todo momento. Grande graça e favor de Deus é que sejamos úteis para o próximo e o progresso de qualquer boa obra. Paulo elogia a caridade dos macedônios. Longe de necessitar que Paulo os exortasse, lhe rogaram que recebesse a dádiva que lhe enviaram.
Qualquer seja a coisa que usemos ou disponhamos para Deus, tão só se trata de dar-Lhe o que é Seu. Todo o que demos para fins caritativos não será aceito por Deus, nem será para vantagem nossa, a menos que, primeiro, nos demos nós mesmos ao Senhor e ao próximo. Atribuindo à graça de Deus todas as obras realmente boas, não só lhe damos a glória a quem corresponde, senão também, mostramos aos homens onde está sua força. O gozo espiritual abundante alarga os corações dos homens no trabalho e a obra de amor. Quão diferente é isto da conduta dos que não se unirão a nenhuma boa obra a menos que lhes seja exigida! Ao arguir o jovem rico a vender as suas propriedades e repartir o dinheiro com os pobres todo o verdadeiro interesse do jovem milionário veio a tona e esta mesma cena se repete em nossos dias – qua lástima!

III. OS PRICÍPIOS DA GENEROSIDADE (9.6 -15)

1. O valor da liberalidade na contribuição.
Prossegue o apóstolo referindo o espírito com que os crentes devem contribuir para socorrer os outros em suas necessidades, e como o recebimento, com gratidão, dessas dádivas deve levar seus beneficiários a orar em favor dos ofertantes. Assim, estabelece-se uma bênção recíproca, e o apóstolo glorifica a Deus ao contemplar este resultado abençoado. Aquele que semeia pouco (6). É uma lição que a natureza nos ensina, aplicada à vida espiritual. Se a semente é semeada com parcimônia, a safra será escassa. Assim, se nos retraímos, ou se relutamos em nosso serviço cristão, a colheita será diminuta. O vers. 7 dá-nos o espírito desse serviço. A quem dá com alegria (7). O grego tem "hilaridade". Sugere um espírito de real prazer, que faz a pessoa não caber em si.


2. A igreja deve socorrer os necessitados obedecendo a três que norteiam o serviço social.

A igreja hodierna precisa reconhecer que não está aqui apenas para pregar o evangelho mas também socorrer os necessitados em suas carências. A obra social deve ser encarada como um serviço em adoração a Deus sabendo que Deus pode (é poderoso) (8). Prover e suprir todas nossas necessidades. O homem não dá do que é propriamente seu, e sim daquilo que Deus lhe tem dado. A Bíblia lembra-nos isto em muitas passagens-"Das tuas mãos to damos" (1Cr 29.14). No vers. 9, o apóstolo cita o Sl 112.9. Este Salmo descreve o gênero de vida de um homem justo. Será rico em sua casa, e dará a outros. Não temerá notícias más porque seu coração está firme em Deus. Em outras palavras, a Bíblia ensina que o homem de Deus não sofrerá necessidade, mas terá de fato o suficiente para dar a outros. Dará pão (10); a ARA dá o sentido com maior clareza: "Aquele que dá semente ao que semeia, e pão para alimento, também suprirá e aumentará a vossa sementeira, e multiplicará os frutos da vossa justiça".

3. A graça de contribuir.
A generosidade do contribuinte Redunda em muitas graças a Deus (12). Deus organizou a vida humana por tal forma, que o nosso serviço pelos outros redunda em bênção para nós e contribui para a glória de Deus, que é o Criador de todas as coisas. Obediência da vossa confissão quanto ao evangelho de Cristo (13). Os santos, que vão receber a dádiva, dar-lhe-ão tanto melhor acolhida por proceder ela da aceitação do evangelho pelos coríntios. Oram eles a vosso favor (14). Um elo de amor é forjado por essas dádivas. Graças a Deus (15). A contemplação de todos estes resultados leva o apóstolo a regozijar-se, em espírito, com a operação de Deus no coração humano. Seu dom inefável (15). 2 Co 8.9. O apóstolo é levado naturalmente a pensar na generosidade divina para com os homens, dando-lhes Cristo pensamento este que nunca encontra palavras adequadas que o expressem.

CONCLUSÃO
O dinheiro doado com caridade pode parecer jogado no lixo para a mente carnal, mas quando se dá sobre a base dos princípios apropriados, é semente plantada, da qual pode esperar-se um valioso incremento, deve-se dar com cuidado. As obras de caridade, como todas as demais boas obras, devem fazer-se de forma reflexiva e intencionada. A devida reflexão sobre nossas circunstâncias, e a daqueles aos que socorreremos, orientará nossas dádivas ao serviço da caridade. A ajuda deve dar-se com generosidade, seja mais ou menos, e não com relutância, senão com alegria. Enquanto alguns espalham e ainda assim crescem, outros retêm mais do que se vê e isso os conduz à pobreza. Se tivermos mais fé e amor, desperdiçaríamos menos em nós mesmos, e semearíamos mais com a esperança de um comunicação abundante. Pode um homem perder fazendo aquilo com que Deus se agrada? Ele pode fazer que toda a graça abunde para conosco, e que abunde em nós; pode dar um grande crescimento das boas coisas espirituais e das temporais. Pode fazer que tenhamos suficiente em todas as coisas e que nos contentemos com o que temos. Deus não só nos dá bastante para nós mesmos, senão para que também possamos suprir com isso as necessidades do próximo, e isto deve ser como semente para plantar. Devemos mostrar a realidade de nossa sujeição ao evangelho pelas obras da caridade. Isto será para mérito de nossa confissão e para o louvor e a glória de Deus. Devemos propor-nos imitar o exemplo de Cristo, sem cansar-nos de fazer o bem, e considerando que é mais bem-aventurado dar que receber. Bendito seja Deus pelo dom inefável de sua graça, pela qual capacita e inclina a alguns de seu povo a dar a outrem, e aos outros a ficarem agradecidos por isso; e bendito seja para toda a eternidade seu glorioso nome por Jesus Cristo, o dom de valor inapreciável de seu amor, por meio do qual estas e todas as outras coisas, que pertencem à vida e à piedade, nos são dadas gratuitamente, além de toda expressão, medida ou limite.

Lei da Homofobia - Silas Malafaia debate PL 122 no Ratinho

Silas Malafaia debate PL 122 no Ratinho; assista aqui

Debate sobre a lei 'anti-homofobia' no Programa do Ratinho (SBT) foi tenso. O apresentador do programa 'Vitória em Cristo' e pastor da Igreja 'Assembléia de Deus', Silas Malafaia, bateu de frente com a ex-deputada Iara Bernardes, autora do PL 122

A polêmica do PL 122/2006 foi o assunto em pauta no Programa do Ratinho (SBT) dessa quarta-feira dia (24) onde o pastor Silas Malafaia e a ex-deputada Iara Bernardes debateram acaloradamente sobre a possível aprovação do projeto de lei que sanciona como crime qualquer ação, ou mesmo opinião, que venha a ser interpretada como discriminação ou preconceito em relação ao homossexualismo.

ENQUANTO É POSSÍVEL, expresse você também a sua opinião, de maneira totalmente livre e democrática, sobre esse polêmico projeto de lei, que também é chamado entre os evangélicos de 'Lei da mordaça' ou 'Lei do privilégio'.

Assista:


PARTE 1




PARTE 2




PARTE 3




Por Carlos Lima
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