LIÇÃO 12/AJUDA AOS NECESSITADOS /SUBSÍDIOS

AJUDA AOS NECESSITADOS
Texto Áureo: I Co. 9.7 - Leitura Bíblica em Classe: I Co. 9.6-12 Objetivo: Mostrar que a ajuda aos necessitados é um grande privilégio e responsabilidade que Deus concede a cada crente.
INTRODUÇÃO Paulo instrui a igreja de Corinto em relação ao cuidado com os necessitados. Na aula de hoje, veremos, a princípio, que a contribuição é uma doutrina genuinamente bíblica. Em seguida, aprofundaremos a questão da contribuição em I Co. 16. Ao final, apresentaremos algumas sugestões para contribuição cristã para os necessitados. 1. A CONTRIBUIÇÃO BÍBLICA A palavra grega “koinonia” significa não apenas “comunhão”, ela abrange também o sentido de “contribuição”, da “partilha de bens”. Desde o princípio da igreja, no capítulo 6 de Atos, está registrado que havia necessidade de cuidar das viúvas da igreja de Jerusalém. Compreendemos, assim, que esse princípio de partilha de bens era bastante comum nos primórdios da igreja (At. 2.44,45, 4.34,35). Essa, entretanto, não era uma prática apenas dos crentes de Jerusalém. Os cristãos de Antioquia compartilharam suas bênçãos materiais com os de Jerusalém (At; 11.27-30). Por causa da perseguição romana, os crentes judeus ficaram em situação de pobreza extrema. Isso mostra que nem sempre a prosperidade é resultante de pecado ou desobediência à Palavra de Deus. Ciente dessa realidade, Paulo mostrou preocupação com os crentes necessitados (O Co. 16.1; II Co. 9.12; At. 24.17; Rm. 15.25,26; II Co. 8.1). A contribuição aos necessitados era, sobretudo, um ato de amor e prova de genuína espiritualidade. Quando as contribuições partiam de igrejas gentílicas, era um sinal evidente de fraternidade, principalmente para alguns cristãos judeus que tratavam os gentios com desdém. Por isso, o apóstolo mostra interesse que os próprios contribuintes entregassem pessoalmente as ofertas aos irmãos necessitados (I Co. 16.3,4). 2. PRINCÍPIOS PARA A CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ EM I CO. 16 As contribuições não eram apenas de uma igreja, mas de todas aquelas que haviam sido fundadas por Paulo (II Co. 8.1; 9.2). Para tanto, a cada primeiro dia da semana – com certa regularidade - cada um dos crentes – individualmente - e independentemente da condição financeira, deveria se dispor a contribuir, de acordo com as possibilidades, e esse dinheiro coletado deveria ser bem administrado (v.2). A contribuição para os irmãos necessitados deveria ser feita com liberalidade, pois o que semeia pouco também pouco ceifará (II Co. 9.6; Gl. 6.7). Mas para que seja válida, a contribuição precisa ser feita com alegria, “não com tristeza ou por necessidade, porque Deus ama ao que dá com alegria” (II Co. 9.7). Ninguém deva ser constrangido a doar, é estabelecido, nesse ensinamento, o princípio da generosidade, motivado pelo Espírito Santo (Rm. 12.8). Aqueles que assim o fazem demonstram confiança no Senhor, cientes que Ele “é poderoso para tornar abundante em vós toda graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda suficiência, superabundeis em toda boa obra” (II Co. 9.8; Rm. 8.32). Um dos princípios apresentados por Paulo nessa coleta é o da lisura. Por isso Paulo queria que os próprios irmãos entregassem a oferta aos crentes de Jerusalém, ainda que ele tivesse interesse de acompanhá-los, o que veio a acontecer (Rm. 15.25; II Co. 1.16). Ciente da tentação que o dinheiro pode causar, e a fim de evitar falatórios, não apenas uma pessoa deveria fazer a entrega da contribuição, um grupo de pessoas confiáveis (v. 3). 3. RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A CONTRIBUIÇÃO Os cristãos devem doar não apenas aqueles que fazem parte da igreja. Os de fora também precisam ser alvo da liberalidade eclesiástica (16.1). Não é fácil ser generoso com alguém que nunca vimos antes. Ainda que alguns digam que os olhos não vêem o que o coração não sente, a Bíblia ensina que devemos ser graciosos também com aqueles que estão distantes e que desconhecemos, mais que isso, que são nossos inimigos. É evidente que, de acordo com o ensinamento bíblico, os membros da casa devam ter prioridade (I Tm. 5.8). Devemos fazer o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé (Gl. 6.10). Aqueles que precisam devam ser claros em suas petições, e, principalmente, éticos. Os pastores, desde que com fins apropriados, e principalmente, bíblicos, não devam ter vergonha de pedir dinheiro à igreja. E essa, por sua vez, precisa saber que mais bem-aventurado é dar que receber (At. 20.35). Uma igreja que tem recursos financeiros tem a responsabilidade de ajudar os pobres e reconhecer que tal ato é adoração. Faz parte do culto divino o momento da contribuição, seja com os dízimos, ofertas e contribuições aos necessitados. Quem recebe deve demonstrar gratidão a Deus e aqueles que contribuíram (Fp. 4.18). Muitos vêem com os cestos vazios, mas esquecem de voltar para agradecer. A contribuição financeira não deve ser casual, mas sistemática e proporcional ao ganho individual. Quem administra as contribuições deva ser transparente a fim de não causar escândalo e para não perder a credibilidade. CONCLUSÃO Há uma estória interessante que ilustra a condição de muitos crentes da atualidade. Conta-se que um mendigo passou na residência de três pessoas e pediu-lhes ajuda. A primeira era espírita, a segunda, católica, e a terceira, evangélica. Cada uma dessas delas tinha apenas um pão e deu uma resposta diferente ao mendigo. Quando o mendigo pediu algo para comer, o espírita, por acreditar na evolução do espírito pelas caridades, deu todo o pão e ficou com fome. Ao chegar à casa do católico, por via das dúvidas, já que não tinha certeza da salvação se pela fé ou pelas obras, resolveu dividir o pão ao meio, comeu a metade e deu a outra ao mendigo. Ao chegar à casa do evangélico, o mendigo nada recebeu, o irmão disse que “iria orar por ele”, pois só tinha um pão e iria comê-lo. Afinal, pensou ele, sou salvo pela graça, não pelas obras, conforme está escrito em Ef. 2.8,9. O irmão estava parcialmente correto, pois, de fato, somos salvos pela graça, por meio da fé. Ele, porém, esqueceu do versículo 10, que diz que fomos criados para as boas obras. Em suma, não fazemos boas obras para sermos salvos, mas porque já somos salvos. BIBLIOGRAFIA MORRIS, L. I Coríntios: Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 2007. PRIOR, D. A mensagem de I Coríntios. São Paulo: ABU, 2001.

O SUSTENTO DO MINISTÉRIO CRISTÃO ou AJUDA AOS NECESSITADOS

LIÇÃO 12 - Comentário
Introdução
Vimos que nos capítulos de 1 a 15 da carta em estudo, Paulo empregou todos os esforços para corrigir os erros doutrinários existentes na igreja de Coríntios. Na igreja de Jesus Cristo, os crentes têm responsabilidades e deveres no desenvolvimento da causa. A igreja realiza o ministério do culto, da educação cristã, da evangelização e do serviço. Aos santos cabe a obra do ministério, a edificação do corpo de Cristo (Ef 4.12).
O cabeça da igreja é Jesus Cristo. A ele. a igreja deve obedecer. O método ideal de governo da igreja seria o teocrático, a igreja ouvindo a voz de Deus, tomando suas decisões nessa base.Deus provê liderança humana para a igreja. Essa liderança não é um corpo de atores que encenam uma peça no palco, enquanto os outros crentes permanecem como espectadores. Deus deu os apostolos, profetas, evangelistas e pastores mestres como dons à igreja.
A esses, cabe o preparo dos crentes, o aperfeiçoamento dos santos, ajudando-os no crescimento espiritual, e no alcance de condições para o testemunho e para o serviço, não só na igreja, mas principalmente no mundo.
O Senhor estabeleceu que essa liderança seria remunerada. Ele espera dos líderes a dedicação do melhor de sua vida, de seu tempo, de seus esforços para o reino de Deus. Sacerdotes e levitas eram sustentados pelas ofertas do povo, na igreja do Antigo Testamento.
Na igreja cristã, o ministério deve ser também sustentado pelo povo de Deus. Paulo ensina assim às igrejas com as quais trabalha. Ele nunca as desobriga do sustento de seus líderes. Ele trabalha com suas mãos para seu sustento, em circunstâncias especiais, quando desenvolve trabalho pioneiro, e as igrejas iniciantes não têm instrução e condiçoes para sustentá-lo. O ensino do apóstolo é que o sustento do ministério cristão constitui responsabilidade da igreja cristã.
I. Comentando os versículos 1 a 3
Paulo responde nos capítulos 8 a 10 as perguntas relacionadas com o uso de carne oferecida aos ídolos. No meio desa resposta, introduz sua defesa diante daqueles que tentavam amesquinhar seu ministério. Possivelmente apareceram algums comentários nesse sentido. Paulo jamais deixa sem resposta o menosprezo ap seu apostolado. Ele se declara apóstolo e livre. Apresenta como prova de seu apostolado o fato de ele haver visto Jesus, e a existência da igreja de Corinto, formada de crentes que foram levados por ele a fé.Era apóstolos aqueles que tinham visto Jesus, e andado com ele (At 1.21,22). Paulo não andara com Jesus. Mas ele o vira. Ele o vira ressuscitado, e depois de subir aos céus, no caminho de Damasco. E ao encontrar-se com ele, o Senhor o salvou e o chamou para o apostolado para que ele se tornasse um vaso de bênção.
O apostolado de Paulo deu frutos. Se outros não pudessem dizer isso, os cotíntios tinha de dizê-lo. Eles eram os frutos do ministério de Paulo. Eles eram o selo do apostolado de Paulo. "O selo era uma figura gravada numa pedra, por sua vez engastada num anel. Com a figura deste anel eram marcadas as cartas credenciais de uma autoridade". Os coríntios eram essa marca do apóstolo, as credenciais de seu apostolado. A expressão no Senhor é bem caracteristica de Paulo. Todo seu trabalho é feito no Senhor. Em nome de Jesus Cristo. Paulo não tem um evangelho próprio. Não ensina uma filosofia desenvolvida por ele. Não criou uma seita nova. Ele sempre trabalhou no Senhor, para o Senhor, tendo em vista a glória do Senhor.
II. Versículos 4 a 6
Paulo reivindica para ele o direito de comer e beber, sustentado pelas igrejas de Deus. Comer e beber são necessidades básicas da vida. Ele não está pedindo supérfluos. Às igrejas cabe o dever de sustentar o seu ministério com dignidade, satifazendo-lhe as necessidades básicas e essenciais, dando-lhe condições de realizar bem o ministério que recebeu do Senhor, sem preocupações e intranquilidades de natureza financeira.
Paulo reivindica também o direito de ter uma esposa crente. Ele renunciou à vida com uma mulher. Não sabemos se ele era solteiro ou viúvo. Não era sua intenção casar-se. Mas ele entende que ninguém tinha o direito de proíbi-lo, caso ele quisesse. Pelas palavras do verso 5 entendemos que os apóstolos eram casados, bem como Judas e Tiago, irmãos do Senhor Jesus. Impressiona que, diante de declarações como essa do apóstolo, haja "cristãos" que exijam de seus líderes o celibato. Alguém pode escolher não casar-se para servir a Deus, se o deseja. Mas ninguém pode afirmar que o serviço de uma pessoa solteira é mais agradável a Deus, do que o de uma pessoa casada.
No verso 6, Paulo mostra que ele e Barnabé costumavam trabalhar para seu próprio sustento. Os demais apóstolos eram sustentados pelas igrejas. Paulo e Barnabé cuidavam de seu sustento porque escolheram assim, tendo em vista a condição inicial das igrejas. Mas eles tinham o direito de servir, sustentados pelas igrejas às quais serviam.
III. Versículos 7 a 11
Paulo usa algumas figuras para argumentar, mostrando a necessidade de as igrejas sustentarem seus líderes espirituais. Quem se dedica à carreira militar recebe salário, vestes apropriadas e armas. Nada disso cabe-lhe adquirir. Ele é inteiramente sustentado pelos que o convocaram para a guerra. Quem se dedica à agricultura, da mesma forma tem o seu ganho. Come dos frutos de sua vinha, da plantação. Seu salário dá-se não somente em dinheiro mas também em frutos da terra. Quem dedica-se à atividade pecuária, também é recompensado por seu trabalho. Alimenta-se do leite do rebanho.Seria iso argumento do homem Paulo apenas? É essa a pergunta do verso 8. Ele responde: Não. A lei já determinou isso há muitos anos. Em Deuteronômio 25.4 está escrito que não deve ser cberta a boca do boi quando debulha, quando extrai o grão da espiga. Estabelecendo isso, Deus está cuidando só dos bois, provendo alimento para eles? Deus cuida dos bois, sim. Mas esse principio foi inserido na lei, diz Paulo, tendo em vista mostrar a necessidade também de sustento dos líderes espirituais do povo de Deus. Deus estava prevendo os problemas futuros quanto ao sustento do ministério.
O apóstolo aplica as ilustrações ao ministério cristão. Se aqueles que Deus chamou, entregando-lhes essa missão, semeam coisas espirituais, não é justo que sejam sustentados por aqueles que colhem beneficios dessa semeadura espiritual?
IV. Versiculos 12 a 14
Paulo lembra aos coríntios que ele tinha esse direito, embora não fizesse uso dele. Ele trabalhava buscando seu sustento para não pensarem que ele pregava o evangelho para alcançar beneficios materiais. A obra do ministério, da liderança da igreja, exige daqueles que a exercem inteira dedicação. A igreja não podeser prioridade dois de ninguém. Ela é a primeira prioridade de quem Deus chamou para o ministério. Logo, é necessário que o chamado seja sustentado pela igreja, para que lhe dedique tempo prioritário.Os que trabalham no templo, administram o sagrado, servem ao altar, isto é, levitas e sacerdotes comem do sagrado. Dianye de tudo isso Paulo mostra o principio que as igrejas devem entender e pôr em prática: Os que anunciam o evangelho comam do evangelho.
A apresentação deste principio implica em responsabilidade tanto para a igreja quanto para as pessoas que o Senhor chama para o ministério. Há um circulo vicioso ai. A igreja não sustenta por isso o obreiro que não lhe dedica tempo prioritário. Como o obreiro não dá esse tempo às igrejas, ela não está preparada para sustentá-lo. Precisamos tomar a sério o ensino das escrituras, e corajosamente quebrar esse circulo para beneficio da igreja, dos obreiros, da causa do evangelho, e principalmente para a glória de Deus.
V. Resumo:
O Obreiro Cristão e seu Sustento
1. Ele tem necessidades. "Não temos nós direito de comer e de beber?" (v.4). O obreiro tem necessidades básicas como qualquer outra pessoa. Em geral, tem familia que dele depende para o sustento. Como satrisfazer tais necessidades, se ele deve dedicar o melhor de seu tempo ao serviço de Deus? A igreja não pode permitir que os obreiros passem privações, e vivam intranquilos quanto às necessidades básicas suas e de seus familiares.
2. Ele é um trabalhador. "Quem jamaisvai à guerra à sua própria custa?... planta uma vinha... apascenta um rebanho" (v.7). Todo trabalhador ganha um salário. O obreiro cristão é um trabalhador. Logo ele deve ganhar também salário. Se as coisas fossem tão lógicas e fáceis assim, não haveria problemas. O problema é que nem sempre os crentes vêem o obreiro como um trabalhador. Ou o têem como uma exceção. Os outros ganham. Mas o obreiro deve trabalhar gratuitamente, ou pessimamente remunerado.
3. Os crentes são beneficiados. "Se nós semeamos para vós as coisas espirituais, será muito que de vós colhamos as materiais?" (v.11). O trabalho do obreiro cristão traz beneficios aos crentes. Não só espirituais. Quando um crente vai bem espiritualmente, ele também prospera materialmente (Sl 1.1-3). Será de mais que o crente abençoado reparta com quem o ajudou a alcançar um pouco dessas bênçãos?
4. O exemplo de sacerdotes e levitas. "Os que administram o que é sagrado comem do que é do templo" (v.13). No Antigo Testamento, os servidores do culto recebiam do culto o seu sustento. Para que tivessem tempo e atenção para com o culto. Na igeja do Novo Testamento, não se pede menos do obreiro (que ele dedique tempo e atenção prioritárias ao culto e seus resultados) nem dos cultuadores, que devem contribuir para sustento do obreiro.
5. Deus ordena o sustento. "Ordenou também o Senhor" (v.14). O sustentyo do ministério é mandamento do Senhor, e não mera reivindicação dos obreiros.
A Deus toda Glória!

AJUDA AOS NECESSITADOS – 2 Coríntios 9.6-12

Texto Bíblico: 2 Coríntios 9.7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. 1. CONTRIBUIR É UMA QUESTÃO DE PROPÓSITO • Os resultados divinos vem para o que semeia – I Co. 9.6 E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará. • A comunhão divina vem para o que semeia – I Co. 9.7 Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. • A abundância divina vem para o que semeia – I Co. 9.8 E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda a boa obra; 2. CONTRIBUIR É UMA QUESTÃO DE BENEFICIAR • As dádivas exercitam a nossa benevolência - 2 Co. 9.9 Conforme está escrito: Espalhou, deu aos pobres; A sua justiça permanece para sempre. • As dádivas multiplicam a nossa prosperidade - 2 Co. 9.10 Ora, aquele que dá a semente ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira, e aumente os frutos da vossa justiça; • As dádivas desenvolvem a nossa espiritualidade - 2 Co. 9.11 Para que em tudo enriqueçais para toda a beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus. 3. CONTRIBUIR É UMA QUESTÃO DE TESTIFICAR • Atitudes de compaixão são louvor ao Senhor - 2 Coríntios 9.12 Porque a administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus. • Atitudes de bondade são louvor ao Senhor - 2 Coríntios 9.13 Visto como, na prova desta administração, glorificam a Deus pela submissão, que confessais quanto ao evangelho de Cristo, e pela liberalidade de vossos dons para com eles, e para com todos; • Atitudes de comunhão são louvor ao Senhor - 2 Coríntios 9.14 E pela sua oração por vós, tendo de vós saudades, por causa da excelente graça de Deus que em vós há. Pr Adilson Guilhermel

18 de Junho de 2009 - 98 Anos da Assembleia de Deus

Hoje a Assembleia de Deus no Brasil completa 98 anos de existência, louvamos a Deus por todas as vitórias alcançadas neste período. Foram muitas lutas, dificuldades e barreiras, mas todas elas foram e estão sendo vencidas em Nome de Jesus, que é o Dono desta obra. A Assembleia de Deus cresceu e continua crescendo, de humildes e pequenos templos hoje vemos grandes catedrais, de alguns missionários surgiram milhares de pastores que evangelizando resultou em milhões de membros, todos servindo e adorando a Deus nas Assembleias de Deus.Estamos próximos ao centenário, centenário da sua, da nossa, Assembleia de Deus, em 18 de junho de 2011 comemore conosco e continue agradecendo a Deus por esta obra.

LIÇÕES BÍBLICAS DO 3º TRIMESTRE DE 2009

Lições Bíblicas Mestre Jovens e Adultos 3º Trimestre de 2009
A cada trimestre, um reforço espiritual para aqueles que desejam edificar suas vidas na Palavra de Deus. No 3º trimestre de 2009, estaremos estudando o tema I João - Os fundamentos da fé cristã e a perfeita comunhão com o Pai Comentarista: Pastor Eliezer de Lira e Silva SUMÁRIO DA LIÇÃO: 1- A Primeira Carta de João 2- Jesus, o Filho Eterno de Deus 3- Jesus, a Luz do Crente 4- Jesus, o Redentor e Perdoador 5- A Força do Amor Cristão 6- O Sistema de Viver do Mundo 7- A Chegada do Anticristo 8- A Nossa Eterna Salvação 9- O Crente e as Bençãos da Salvação 10- Os Falsos Profetas 11- O Amor a Deus e ao Próximo 12- O Testemunho Interior do Crente 13- A Segurança em Cristo Formato: 13,8 x 21cm / 96 págs Acabamento: Grampeado Periodicidade:Trimestral

LIÇÃO Nº 12 - 21/06/2009 - “AJUDA AOS NECESSITADOS”

LIÇÃO Nº 12 - 21/06/2009 - “AJUDA AOS NECESSITADOS”
TEXTO ÁUREO – II Cor 9:7
INTRODUÇÃO:
A Igreja de Cristo tem trabalha­do com grande afinco e denodo na tarefa de evangelização dos perdi­dos. Não obstante a Igreja prosseguir na sua tarefa principal, depara-se com o enorme desafio de atuar no ministério de compartilhamento com os menos favorecidos. Vejamos, pois, as bênçãos e o galardão de Deus para a igreja que exercita misericórdia para com os necessitados.
II - OS CRISTÃOS POBRES DE JERUSALÉM:
Leiamos Rm 15:25-29.
1. O papel da Igreja na socieciedade - O objetivo principal da Igreja é glorificar a Deus (I Cor 10:31). Alguém pode perguntar: "A tarefa principal da Igreja não é a evangelização?" A resposta é afirmativa. Isso, porém, é conseqüência do glorificar a Deus. A atividade da Igreja se direciona em dois sentidos: vertical — adoração, autoridades espirituais; horizontal — servir ao próximo, atividades filantrópicas e sociais. Por isso Deus eseleceu ministérios na Igreja. 2. O reconhecimento dos gentio - (v.27). Os gentios deviam se sentir endividados espiritualmente com os judeus; afinal Jerusalém era a igreja-mãe. Como nós, no Brasil, conhecemos os nossos pioneiros suecos, e temos uma admiração profunda pela Suécia, a nossa mãe, que nos enviou os primeiros missionários. Assim também, os gentios tinham apreço especial pelos irmãos judeus de Jerusalém. 3. Jerusalém e suas necessidades - Agora, a igreja de Jerusalém padecia necessidades. O apóstolo Paulo era um homem muito cuidadoso. Tudo o que fazia, o fazia com dedicação e empenho (Ec 9.10). Seu cuidado com as igrejas não se res­tringia apenas ao plano espiritual. Paulo, sabendo dessa necessidade, levantou ofertas na Macedônia, na Acaia (v.26; 2 Co 8.1), em Corinto e na Galácia (l Co 16.1-3; 2 Co 8.6-11; 9.1-5), para suprir as necessida­des dos irmãos pobres de Jerusalém. 4. Objetivo de Paulo - O apósto­lo Paulo via a necessidade de unir as igrejas gentias com a de Jerusalém. Os gentios ainda eram vistos com suspeitas por causa dos costumes judaicos. Essa oferta era um gesto espontâneo baseado no amor fraternal, e com isso levava os gentios a reconhecerem sua dívida espiritual com Jerusalém. Não era uma inovação, pois, cerca de 11 anos an­tes, juntamente com Barnabé, Paulo levou uma oferta para os necessita­dos de Jerusalém (At 11.30).
III - A NECESSIDADE ATUAL:
1. “Ministrar aos santos” (v.25). Essa expressão diz respeito ao ser­viço social prestado pelo apóstolo aos irmãos pobres de Jerusalém. Ministério significa serviço. Deus incluiu entre os ministérios dados à Igreja, o serviço social (Rm 12.8); depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas" (l Co 12.28). 2. Mazelas sociais - Mc 14.7 - Hoje se fala dos meninos e meninas de ruas juntamente com os idosos abandonados, da prostituição infantil, das freqüentes invasões de terra, do desem­prego e de outras mazelas. O que a Igreja tem feito para aliviar o sofri­mento dessa gente? É bom lembrar que desde o princípio do mundo que os trabalhos filantrópicos estiveram sempre ligados à religião (Tg l .27). 3. Pão para quem tem fome - Não podemos ficar alheios ao sofri­mento do próximo (l Jo 3.17). Con­vém lembrar que uma cesta básica não resolve o problema do pobre. O problema é resolvido à medida que essas pessoas forem absorvidas no mercado de trabalho, ganhando seu pão com o suor do seu rosto. A ces­ta básica é um paliativo até que es­sas pessoas consigam emprego. O que não se deve é despedir sem nada o necessitado. Tiago chama esse pro­cedimento de fé morta (Tg 2.14-17).
IV - A FILANTROPIA NA BÍBLIA:
1. Esta palavra sig­nifica "humanitário, amigo da humanidade", e vem do grego filós, "ami­go" e anthropos, "homem". Ora, se os que não têm esperança estão sem­pre dispostos a ajudar a seu próxi­mo, por que não nós, que somos fi­lhos da luz? O cristão tem inclinação para ajudar os pobres e necessi­tados, porque ele é "participante da natureza divina" (2 Pe 1.4). 2. Desde Moisés. O assunto da filantropia vem desde Moisés e per­passa toda a Bíblia. Jesus deu o exemplo de filantropia numa época em que não havia infra-estrutura e nem organização estatal. Quando falamos de trabalhos sociais e filantrópicos queremos mostrar as várias maneiras pelas quais a Igreja procu­ra socorrer os pobres nas suas neces­sidades. Como o pecado é a causa primária dessa miséria, enquanto o mundo subsistir, estas coisas estarão presentes. 3. No Cristianismo. Não demo­rou muito para que os serviços soci­ais surgissem na Igreja. Os apósto­los delegaram esses trabalhos aos ir­mãos vocacionados, de boa reputa­ção, cheio do Espírito Santo e de sa­bedoria. Os apóstolos deram assim importância a essa atividade, não fi­cando alheios aos problemas dos necessitados. Isso está muito claro em Atos 6.1-6, quando houve a separação de crentes para o diaconato, a fim de servirem nesse ministério. V. AS BÊNÇÃOS DE DEUS:1. Comunicar e comunicação - O apóstolo Paulo costuma usar o verbo "comunicar" ou o substantivo "comunicação" com referência ao ato de o cristão compartilhar o que tem com os demais (2 Co 8.4; Fp 4.15). A Versão Almeida Atualizada usa o verbo "associar". Isso diz respeito à ajuda aos necessitados (Hb 13.16) e também à ofertas ou ao sus­tento missionário (Fp 4.15). 2. Deus promete retribuir – Quem ajuda ao necessitado, Deus o abençoa (2 Co 9.8-12). Temos a promessa de Deus de uma boa colheita – salário abençoado. Por isso, Jesus disse que é melhor dar do que receber (At 20.35). Jesus garantiu que quem assim faz, de maneira nenhuma perderá o seu galardão (Mt 10:42). 3. A omissão dessa responsabilidade é pecado. Deus abençoa, tanto no sentido espiritual como no material aos que ajudam os necessitados. Ele aumenta os bens materiais para que também aumente as condições de ajuda aos necessitados. Quem dá ao pobre empresta a Deus (Pv 19.17). Qualquer omissão diante desta responsabilidade espiritual, pesa sobre a Igreja, pode resultar em graves conseqüências. A Bíblia diz que o "que retém o trigo, o povo o amaldiçoa" (Pv 11.26). 4. A caridade fraternal. Infelizmente ainda há igrejas que continuam insensíveis às necessidades do pobre e aos serviços sociais. Dão muita ênfase à guerra espiritual, ao mundo invisível, mas não se importam com o mundo visível. Não devemos nos esquecer da hospitalidade, dos presos e dos maltratados Hb 13.1-3).
VI - CONSIDERAÇÕES FINAIS:
A generosidade cristã não deve restringir apenas aos trabalhos filatrópicos. Deve ser extensivo ao trabalho de Deus, nos dízimos e nas ofertas, para a expansão do reino de Deus. O ex-primeiro ministro de Is­rael, Ben Gurion, disse certa vez que Israel vive dos missim e nissim, jogo de palavras hebraicas que significa: "impostos e milagres". A obra de Deus se faz com recursos financei­ros - dízimos e ofertas -, e com os milagres. A igreja de Filipos tinha essa visão e não se esqueceu do após­tolo Paulo. O apóstolo ficou deve­ras agradecido aos filipenses pela lembrança e pela ajuda (Fp 4.14-19).
FONTE DE CONSULTA· Lições Bíblicas – CPAD – 2º Trimestre de 1998 – Comentarista: Esequias Soares

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO - Lição 11 – 14/06/2009

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO – I Coríntios 15.1-10
Lição 11 – 14/06/2009
Texto Bíblico: I Co 15.20 Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem A RESSURREIÇÃO DE CRISTO É O PENHOR QUE GARANTE A NOSSA 1. SUA RESSURREIÇÃO FOI ANUNCIADA • Ela é a base da nossa fé cristã - 1 Coríntios 15.1 Também vos notifico, irmãos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis. Romanos 1:16 Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego. • Ela é a base da nossa fé salvífica - I Coríntios 15.2 Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se não é que crestes em vão. Gálatas 5:1 Estai, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. • Ela é a base da nossa fé racional - I Coríntios 15.3 Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, Filipenses 1:6 Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo; 2. SUA RESSURREIÇÃO FOI MANIFESTADA • Pelo túmulo vazio que é a insígnia da Igreja - I Coríntios 15.4 E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras. Marcos 16.6 Ele, porém, disse-lhes: Não vos assusteis; buscais a Jesus Nazareno, que foi crucificado; já ressuscitou, não está aqui; eis aqui o lugar onde o puseram. • Pelo túmulo vazio que é a prova da Igreja - I Coríntios 15.5 E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze. João 20.4 E os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro. • Pelo túmulo vazio que é a razão da Igreja - I Coríntios 15.6 Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também. Atos dos Apóstolos 2:32 Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas. 3. SUA RESSURREIÇÃO FOI TESTIFICADA • Para obedecermos aos impulsos divinos - I Coríntios 15.8 E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo. 2 Timóteo 1:9 Que nos salvou, e chamou com uma santa vocação; não segundo as nossas obras, mas segundo o seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos; • Para entendermos a chamada divina - I Coríntios 15.9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus. João 15:16 Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda. • Para dedicarmos a comissão divina - I Coríntios 15.10 Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo. Colossenses 1:10 Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus; Pr Adilson Guilhermel

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